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Estado de Minas MÚSICA

Adriana Araújo faz pocket show on-line nesta quarta

Destaque das rodas de samba de BH, ela se apresenta às 19h no canal do Centro Cultural UFMG no YouTube. Mineira está gravando o primeiro disco, 'Minha verdade'


04/11/2020 04:00

(foto: Nonato Fotografia/divulgação)
(foto: Nonato Fotografia/divulgação)

Adriana Araújo (foto), destaque das rodas de samba de BH, apresenta pocket show virtual nesta quarta-feira (4), às 19h, a convite do Centro Cultural UFMG (www.youtube.com/culturaufmg), em comemoração ao Mês da Consciência Negra. Nascida na Pedreira Prado Lopes, na região da Lagoinha, a cantora tem feito lives na laje de sua casa, durante a pandemia, para a sua comunidade. Ela está gravando o primeiro disco, Minha verdade.

(foto: Aliança Francesa/divulgação)
(foto: Aliança Francesa/divulgação)

MOSTRA
NOVEMBRO DIGITAL

A Mostra de realidade virtual – Nymphaea, parceria da Aliança Francesa com a Fundação Clóvis Salgado, pode ser conferida das 12h às 20h na Galeria do Café no Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537, Centro). Lá são exibidos Mutatis, de Mali Arun, e Claude Monet, a obsessão das ninfeias, de Nicolas Thépot. Outra promoção do projeto Novembro digital é a exibição do curta Thermostat 6 (foto), de Av-Ron Maya, Cominotti Mylène, Coudert Marion e Dano Sixtine, na fachada do Espaço do Conhecimento UFMG, na Praça da Liberdade. Em 9 de novembro, o site da Aliança Francesa receberá a exposição Tecnologia: em direção à sobriedade digital?.

VICTOR CHAVES
PROJETO VC

Primeiro projeto solo do mineiro Victor Chaves – que desfez a dupla com o irmão Leo em 2018 –, o disco Projeto VC, gravado em BH no ano passado, terá 10 clipes. O cantor e compositor já mandou os singles Claridade e Lampião das estrelas para seu canal no YouTube. Um minidocumentário explica o processo de criação do álbum.

GODOFREDO
DISCO DE ESTREIA

Criada em BH, a banda Godofredo define o seu som como “indie lô-fi”, ou seja, indie rock com pegada de Lô Borges. O grupo lançou seu álbum de estreia, Arquivos vol.3 (Salitre Records), com 10 faixas, nas plataformas digitais. O projeto reúne Vinicius Cabral, André Pádua, Matheus di Rocha e Bruno Leo, que se inspiraram em Pixies, Guilherme Arantes, Pavement, Gustavo Cerati e Joni Mitchell, entre outras referências. O repertório traz Medo, Calma, O mar, Reações violentas e Pobre menino adulto.

(foto: FCS/divulgação)
(foto: FCS/divulgação)

CINEMA E ÓPERA
CINE HUMBERTO MAURO

Até 22 de novembro, a plataforma cinehumbertomauroMais, vinculada ao Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes, exibe a mostra Cinema e ópera: Diálogos. O público pode conferir obras de alguns dos compositores mais importantes do mundo. Estarão disponíveis Aída, de Giuseppe Verdi, apresentada no Festival de Salzburgo (foto), com libreto de Antonio Ghislanzoni; Macbeth, de Giuseppe Verdi, em versão da Ópera do Estado de Berlim, com libreto de Francesco Maria Piave; Don Giovanni, de Mozart, apresentada no Teatro dos Estados de Praga, com libreto de Lorenzo; e Tristão e Isolda, de Richard Wagner, com libreto do próprio autor, em versão apresentada no Festival de Bayreuth. Entre as atrações brasileiras está Liquid voices, de Jocy de Oliveira.
(foto: Vinicius Mineiro/divulgação)
(foto: Vinicius Mineiro/divulgação)

IMPÉRIO SERRANO
MINEIROS NA DISPUTA

Em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, a Império Serrano vai anunciar o samba-enredo da escola para 2021. Em BH, o coletivo União Mineira, formado pelos compositores Bruno Cupertino, Vinícius Mineiro, Bobô da Cuíca, Leléo do Catumbi e Marcos Valente (foto), estará atento ao anúncio da verde-e-branca de Madureira. Eles são autores do samba Mangangá. A letra diz assim: “Eternizado por cordéis/ E Ladainhas da Lapinha/ Cordão de Ouro/ Império vem resgatar/ Denunciar que a vida negra ainda é luta/ Moa do Katendê é resistência/ A alma sangra, mas não
vai se curvar!”.


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