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Estado de Minas

Helvécio Carlos


postado em 23/02/2019 05:04

A atriz Wilza Carla com as princesas do carnaval carioca no aeroporto da Pampulha (foto: Arquivo EM)
A atriz Wilza Carla com as princesas do carnaval carioca no aeroporto da Pampulha (foto: Arquivo EM)




60 ANOS ATRÁS
WILZA CARLA NA FESTA DOS ASSOCIADOS

Há 10 anos, o carnaval de Belo Horizonte é um dos mais disputados do país, mas, bem antes disso,  havia um movimento interessante na cidade. No final dos anos 1950, a Batalha Real, promoção dos Diários e Emissoras e TV Associados, em Minas Gerais, era um sucesso. Em fevereiro de 1959, a estrela do evento foi a vedete Wilza Carla, apontada nos jornais da época como a “soberana da folia carioca”, acompanhada pela princesa do carnaval da Cidade Maravilhosa. O mais curioso é que a festa começava às 21h, com desfile em “riquíssimo carro alegórico de Mate Couro e Pepsi-Cola”. O ponto de partida era a Feira de Amostras (onde hoje funciona o Terminal Rodoviário de Belo Horizonte), seguindo pela Avenida Afonso Pena, Rua da Bahia até a Rua Goiás, onde havia palanque real, montado em frente à antiga sede do jornal Estado de Minas. Wilza Carla esteve acompanhada também pela Rainha do Carnaval de Belo Horizonte, Aparecida Alcântara.

DE OLHO NA FOLIA
SURPRESA DE OLIVINHO


O Bloco Estabeleça promete folia das boas, amanhã, a partir das 14h, no Bar Estabelecimento, na Serra. Destaque para o Baile do Prazer, com Marcelo Veronez, Ilsabela Leita (Alcova Libertina, Orquestra Atípica de Lhamas, Pata de Leão e Unidos do Barro Preto), Gustavo Queixinho (mestre de bateria do Samba Queixinho), Daylon Gomides (Chama o Síndico), Mateus Rocha (Novos Baianos FC), Brenda Vieira (Samba Queixinho), Marcos Frederico (Orquestra Royal) e Olívio Cardoso Filho, o anfitrião da festa.

***

Olivinho promete surpreender os fãs com uma de suas produções caprichadas. Ele, que já se montou como Elke Maravilha, Elza Soares, Roberto Carlos, Ney Matogrosso, promete mais uma surpresa.

INSPIRAÇÃO
COMUTAÇÃO DE PROMESSAS


A história de fé e devoção representada no Museu de Congonhas serviu de inspiração para o compositor Makely Ka escrever a canção Comutação de promessas, que fala das relações entre a fé, as promessas, os ex-votos e a Cidade dos Profetas. “Havia muitos anos que eu não visitava a cidade, embora tenha sido criado no interior de Minas, numa cidade com obras do Aleijadinho e também com atividade de mineração (Barão de Cocais). Por isso, sinto uma certa familiaridade com Congonhas, apesar do distanciamento que, nesse caso, talvez tenha até contribuído para abordar um tema tão delicado”, conta o músico. “Eu e minha mulher ficamos muito impressionados com os ex-votos no museu, com a força das mulheres peregrinas, das costureiras, com a exposição sobre a lama de Mariana que estava no subsolo e também com a visão da barragem da CSN, que avistamos do anfiteatro. Isso tudo formou o caldo para a letra dessa canção, e eu mostrei para a cantora Maísa Moura, que deu outra dimensão para a música, com uma interpretação muito pungente”, diz.

NO TEATRO
TRISTEZA DE UMA COMPANHIA


O que seria noite de comemoração pelo fim de uma temporada de sucesso transformou-se em tristeza para a equipe da Cia Negra de Teatro. Anteontem, ladrões levaram duas malas de viagem com cenário, figurinos e objetos cênicos do espetáculo Chão de pequenos. As malas estavam no porta-malas do carro do ator Felipe Soares. “Quando voltei do Maletta, percebi que a porta do carro, estacionado na rua Espírito Santo com Augusto de Lima, estava aberta. As malas, tiradas do porta-malas por dentro do carro, eram pesadas. Uma delas com a rodinha quebrada. Por isso pensei que seria fácil encontrar o material nas proximidades”, lamenta Felipe, que ainda não sabe o que fará para adquirir novo material para cumprir os compromissos da companhia em festivais de teatro como o de Curitiba.


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