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Estado de Minas

Como o adiamento do 5G no Brasil atrasa nossa revolução digital


postado em 18/01/2020 04:00 / atualizado em 18/01/2020 11:40

 

 Uma das expectativas para 2020, que chega a constar em diferentes relatórios de tendências de grandes consultorias em inovação, é o lançamento da quinta geração da internet móvel no Brasil, o 5G. Entretanto, o ministro Marcos Pontes, que comanda o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, informou neste mês que a fase de implementação nacional, prevista inicialmente para o segundo semestre deste ano, só acontecerá entre o final de 2021 e começo de 2022. Ele explicou que a demora se deve, entre outros fatores, à necessidade de adequação das frequências destinadas ao 5G. Um balde de água fria.

 

O adiamento do 5G atrasa a revolução digital no país ao impedir a conexão e a transmissão ultrarrápida de dados em relação ao atual 4G. Isso posterga a aplicação de novas soluções e reduções de custos em diferentes negócios. “Várias indústrias vão se beneficiar com o que o 5G tem a oferecer, do setor de saúde à indústria automotiva, de residências às cidades inteligentes. Os recursos 5G interferem definitivamente no cenário atual, permitindo vários aplicativos com os quais o 4G não consegue lidar”, disse Adriano Filadoro, diretor-presidente da Online Data Cloud.

 

A tecnologia 5G é o que está faltando para impulsionar, por exemplo, a Internet das Coisas, ou Internet of Things, na sigla em inglês (IoT). Segundo a consultoria Gartner, em 2020 já serão 25 bilhões de objetos conectados à internet – crescimento exponencial sobre os 4,8 bilhões de 2015. IoT é o modo como objetos físicos estão conectados e se comunicando entre si e com o usuário, através de sensores e softwares que transmitem dados para uma rede, como um grande sistema que possibilita a troca de informações entre dois ou mais pontos, desde uma geladeira até um equipamento médico, passando por um sistema de monitoramento de trânsito.

 
 
(foto: Arquivo pessoal)
(foto: Arquivo pessoal)
Transformações no setor logístico
O Inova VLI , programa de inovação da VLI – empresa de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos –, acaba de completar dois anos. Nesse período, promoveu 12 “startups days” (foto) – processo em que a companhia apresenta alguns de seus principais desafios e uma equipe interna recebe os participantes, presencialmente, para ouvir as propostas de solução. Nessa trajetória, mais de 500 startups se relacionaram com a VLI e mais de 30 projetos-pilotos foram realizados.

Nióbio e grafeno
A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), sediada em Araxá e líder mundial em tecnologia do nióbio, realizou investimento que a torna acionista minoritária da 2DM, fundada dentro da Universidade Nacional de Singapura, que é o principal centro de pesquisa do grafeno, derivado do grafite, na Ásia. O grafeno de alto desempenho – tido como um dos materiais mais promissores para esta década – é usado como aditivo para aumentar as propriedades de diversos materiais industriais, a exemplo de tintas e revestimentos, baterias, compósitos, polímeros e lubrificantes. 
 
 

As empresas querem executivos de alta performance, pensamento ágil, liderança estratégica e orientados para o cliente. Entre as prioridades dos candidatos estão também a integridade, a responsabilidade social e o balanço entre vida profissional e pessoal

Márcia Reggiani de Almeida, que, a partir de 2020, assume a liderança da Reggiani Hunting, referência entre as empresas de headhunting de Minas Gerais

 


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