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Estado de Minas O FATO EM FOCO

Varíola dos Macacos: como evitar o contágio e a disseminação no Brasil

"Precisamos mitigar o risco, informar pessoas e identificar quem possa ter se contaminado para evitar a disseminação" diz Erna Kroon, microbiologista da UFMG


03/06/2022 12:19 - atualizado 03/06/2022 12:42

Erna Kroon
(foto: Arquivo pessoal)


Casos da doença que ficou conhecida como varíola dos macacos estão sendo registrados em vários países nos últimos meses. A doença, que se caracteriza por lesões semelhantes às da varíola humana, erradicada na década de 1980, e que matou milhões de pessoas, é menos letal, segundo os especialistas. Mas, ainda assim, é considerada grave, podendo gerar outras complicações de saúde para os infectados.

A varíola dos macacos também é altamente contagiosa. Atualmente o maior número de casos está na Europa, mas é questão de tempo que a doença seja detectada no Brasil, segundo autoridades sanitárias.

Em entrevista a O Fato em Foco, a microbiologista Erna Kroon, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais, explica a diferença entre as duas doenças, e dá detalhes sobre formas de contágio e de prevenção.

Ela também revela a existência de vírus semelhantes presentes nas áreas rurais de Minas e que atacam bovinos. Fala ainda da preocupação com um possível contato das criações com o vírus da varíola dos macacos.

Erna Kroon participa da Câmara Temporária de Pox Vírus do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que juntamente com Ministério da Saúde, trabalha na busca de soluções antecipadas para evitar um surto da varíola dos macacos no Brasil.

Ela aponta uma substância muito conhecida e usada no país para a eliminação do vírus das superfícies e das roupas utilizadas pelos infectados. Saiba qual é na entrevista em vídeo.

 

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