Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas

Em fevereiro, Filarmônica de MG abre sua temporada com peça de Mahler

Nos dias 13 e 14, orquestra vai interpretar a Sinfonia nº 2, a 'Ressureição'. Participam dos concertos o Coro da Orquestra Sinfônica de São Paulo (Osesp) e o Coral Lírico de MG


postado em 26/01/2020 04:00

(foto: Eugênio Sávio/divulgação)
(foto: Eugênio Sávio/divulgação)

Mahler
Ressurreição

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais dará início a sua temporada de concertos de 2020 apresentando como atração principal da programação das récitas dos dias 13 e 14 de fevereiro uma das mais expressivas sinfonias de Gustav Mahler, compositor tcheco/austríaco, um dos monstros sagrados da música romântica do final do século 19 e início do século 20. Trata-se da Sinfonia nº2, denominada Ressurreição, em que Mahler, a exemplo de Beethoven, usa o canto coral para complementar sua obra. Além de solistas de prestígio, haverá participação do Coro da Orquestra Sinfônica de São Paulo (Osesp) e do Coral Lírico de Minas Gerais. Portanto, um número enorme de cantores participará dos concertos na Sala Minas Gerais. Ainda sobre Mahler, o compositor, que teve uma vida sofrida, era extremamente complicado. Para algumas de suas sinfonias, ele exigia a presença de mais de 1 mil músicos na orquestrae no coro. De origem judaica, teve de se converter ao catolicismo para obter emprego de regente na Ópera de Viena. Criou as mais longas sinfonias do mundo.


Missão impossível
Recapeamento de BH

Administrações municipais sucessivas, descuidadas na fiscalização da complementação dos trabalhos de ligação de água, esgoto, fiação elétrica e outros itens que necessitam esburacar o pavimento das ruas para levar seus serviços aos prédios comerciais e residenciais de BH, acabaram por transformar o piso das vias públicas da cidade em um paraíso dos remendos. Isso sem falar nos buracos causados pelas chuvas. São centenas de trechos desnivelados, encapelados, cheios de enxertos de asfalto mal colocado, buracos mal tampados e coisas do gênero. Consequência: o tráfego normal de veículos nas ruas remendadas da nossa querida BH é marcado por um corcovear constante, que faz sofrer os motoristas e passageiros dos carros e muito mais os usuários dos ônibus públicos. É um sofrimento constante.

***

Segundo engenheiro amigo da coluna, o piso da maioria das ruas necessita de recapeamento urgente, uma completa revitalização do calçamento. No entanto, ele considera impossível a realização desta tarefa. Anos e anos de falta de fiscalização e cuidado nas obras realizadas no asfalto pelas empreiteiras deram nisso. É um trabalho que prefeito algum terá condição de realizar. O próprio Hércules Olímpico não daria conta dessa tarefa. Para encerrar seus comentários pessimistas, filosofou:”Nem em mil anos os prefeitos de BH conseguirão atingir esse objetivo. O jeito é repetir o que dizia o meu avô:'O que não tem remédio, remediado está'”. E estamos conversados.

***


FLASH
A cantora Beyoncé com Jay Z, na festa do Globo de Ouro 2020, usando uma plataforma da Arezzo que a deixou bem mais alta (foto: Arezzo/GoldenGlobes/Divulgação )
A cantora Beyoncé com Jay Z, na festa do Globo de Ouro 2020, usando uma plataforma da Arezzo que a deixou bem mais alta (foto: Arezzo/GoldenGlobes/Divulgação )

***

7º Festival do Japão
Período Reiwa

O 7º Festival do Japão 2020 de BH, a se realizar dias 28 e 29 de fevereiro e 1º de março nos pavilhões do Expominas, terá como inspiração os temas da Reiwa, a nova era imperial japonesa, aberta com a ascensão ao trono do imperador Naruhito, o 126º monarca nipônico em linha direta que sucedeu a seu pai, o imperador abdicante Akihito. O evento, como se sabe, destina-se a apresentar ao público as tradições milenares da cultura japonesa e suas conquistas tecnológicas. Neste ano haverá destaque para as artes do Ukiyo-ê (gravura nipônica) e dos leques artísticos Uchiwa, Ogi, Sensu.

Sommeliers
Mineiros na final

Dois sommeliers que atuam em BH brilharam no concurso promovido pela Comissão Vitivinícola Alentejana, entidade que cuida dos vinhos da região portuguesa do Alentejo, destinado a escolher o melhor sommelier do Brasil de 2020. São eles Gustavo Giacchero, do restaurante Alma Chef, e Renato Moreira Vinhal, da Casa Rio Verde. Foram incluídos entre os oito finalistas do certame, que contou com a participação de 130 profissionais de todo o país. Em fevereiro embarcam para Portugal para disputar a final com concorrentes do Rio, São Paulo e Curitiba.

Jordânia
Maravilhas de Petra

O senador Antonio Anastasia, na recente viagem que fez ao Egito, Jordânia e Israel, entre outras, confessa que ficou impressionado com as ruínas da cidade de Petra, situadas na Jordânia (o Egito ele já conhecia), que desde sua descoberta, em 1812, encantam os turistas. Foi fundada pelos nabateus em 312 e chama a atenção pelos palácios esculpidos na rocha cor-de-rosa, em estilo grego, e por seu sistema de canalização de água. Petra foi escolhida como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo. Por cinco séculos foi dominada pelos romanos.

Vulcão Taal
Lembranças do Krakatoa

A respeito da erupção do vulcão Taal, nas Filipinas, que há mais de uma semana está cuspindo fogo, raios e pedras, focalizada pelas TVs do mundo (pode explodir a qualquer momento), neste 2020 completam-se 137 anos da explosão do vulcão Krakatoa, na Indonésia. A eclosão furiosa do vulcão, situado entre as ilhas de Java e Sumatra, foi a maior já registrada na face terrestre. Não só o Krakatoa desapareceu, como a ilha onde se encontrava. Durante cinco anos a atmosfera da Terra ficou obstruída com a fumaça. O tsunami provocou ondas de mais de 40 metros de altura, que mataram 36 mil pessoas. Já o tsunami mais devastador foi mesmo o causado pela explosão de um vulcão submarino em 2004, também na Indonésia. Matou mais de 230 mil pessoas em 12 países do Pacífico. Já o Taal não está brincando em serviço.

Samarco
Novas coordenadas

A respeito da nota da coluna informando que a mineradora Samarco voltaria em julho a retomar suas atividades, paralisadas desde 2015 devido ao trágico rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, a empresa esclarece que o retorno das operações ocorrerá, na verdade, no final do ano ou no início de 2021. As atividades mineradoras serão retomadas na base de 27% das operações anteriores.

Hospital da Baleia
Expansão do atendimento

Em 4 de fevereiro, o Hospital da Baleia incorpora a seu complexo um novo setor de atendimento destinado apenas a clientes particulares e conveniados. Fica situado em em antiga área de internação que estava desativada. Contará com 25 leitos distribuídos em apartamentos e enfermarias. Com o atendimento de particulares e pacientes de planos de saúde haverá geração de renda a ser aplicada na assistência aos pacientes do SUS que procuram o hospital. Anote-se que todos os trabalhos de reforma e de adaptação do espaço às suas novas funções foram bancados pelas construtoras Direcional e SPL Engenharia.

Israel/Minas Gerais
Encontro na Fiemg

O embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, poderá estar entre os participantes do encontro de negócios a se realizar amanhã na Federação das Indústrias de Minas Gerais entre empresários mineiros e israelenses. A promoção é do Centro Internacional de Negócios da Fiemg com o Israel Trade & Investiment Brazil. Parcerias, oportunidades de negócios, investimentos e trocas comerciais serão debatidos entre as duas alas participantes. O acordo de livre comércio entre Israel e o Mercosul também estará em pauta. A partir das 9h.

Setra/BH
Novos ônibus

Se a finalidade é reunir motivos para novo aumento de tarifas de ônibus não se sabe, mas a verdade é que o Sindicato de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (SetraBH) vem divulgando com regularidade e ufania o fato de que o setor tem investido na modernização e melhoria do serviço de ônibus, mesmo apesar da queda de receita e aumento de combustíveis. Em 2019, entraram em operação na frota nada menos do que 804 novos ônibus, com ar-condicionado e suspensão a ar. No momento, mais de 1.200 ônibus novos circulam em BH, metade da frota total. Acrescenta que os novos ônibus, principalmente os de maior porte do Move (os articulados), custam R$ 1,1 milhão cada. Os preços dos ônibus Move de porte normal, que poluem menos, ficam em R$ 520 mil. E daí em diante. Tudo bem. O povo e BH merecem.

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade