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Estado de Minas

Série 'Com a palavra' chega à 80ª edição entrevistando Phillip Martins

O relações públicas mais conhecido de BH fala de sua trajetória, do mercado de RP e deixa em suspense se fará ou não sua badalada festa de aniversário


postado em 13/10/2019 04:00 / atualizado em 11/10/2019 14:21

“Devemos nos orgulhar do que conquistamos”
(foto: Victor Schwaner/Divulgação)
(foto: Victor Schwaner/Divulgação)

Ele é onipresente. Quem circula por Belo Horizonte sabe: Phillip Martins é responsável pelo badalo nos principais eventos da cidade. Essa trajetória de 13 anos começou no Águas do Treme, onde, na cara dura e ainda cursando faculdade, pediu um estágio a Jercineide Pires de Castro, então CEO do resort. Conseguiu. “Foi uma grande escola”, conta. Depois, ele trabalhou com Natalie Oliffson, no Bureau de Moda, Isabela Teixeira da Costa, na Jornada Solidária do Estado de Minas, Lelete Farkasvolgyi, Sheila e Erika dos Mares Guia, na Mares. Há quatro anos, Philipp abriu a própria empresa, Ideias em Movimento, que atua em gastronomia, moda, hotelaria e arquitetura, entre outras áreas.

“Analiso-me todos os dias. Procuro evoluir em todas as situações com as quais me deparo. Digo pra mim: você está, você não é”, afirma. Conectado às pessoas e leitor compulsivo, ele está sempre em busca de aprendizado. “Sigo o meu coração e a intuição. Escuto o que amigos e a família têm a me dizer e me completo com o silêncio, a companhia e o amor do Claudio Battalione, que me incentiva e vibra verdadeiramente com minhas conquistas.”

Phillip Martins é o 80º entrevistado da série Com a palavra, publicada na Coluna Hit aos domingos, desde fevereiro de 2018. A coluna entra de férias e retorna em novembro. Até lá!

COM A PALAVRA...

Phillip Martins relações públicas

Qual é a importância de Jercineide Pires de Castro, Natalie Oliffson, Isabela Teixeira da Costa, Lelete Farkasvolgyi, Sheila e Erika dos Mares Guia em sua trajetória? 
Tenho grande admiração e respeito pela história que essas mulheres construíram ao longo de suas vidas profissionais e pessoais. Tive o privilégio de ser lapidado por cada uma delas, com a sabedoria, o conhecimento e a generosidade que lhes são peculiares.

Do estágio no resort Águas do Treme até assumir o posto de RP no Fasano BH, muita coisa mudou no mercado. Como você avalia essas mudanças ao longo de 13 anos de carreira? 
Tudo mudou. E muito rápido. As relações são mais rasas e inconsistentes. Ruim é você não conseguir extrair o melhor que as pessoas podem oferecer. Porém, é bom que as conexões criadas gerem possibilidades e acessos a mundos e realidades antes considerados distantes.

Muita gente usa as redes sociais e o WhatsApp de forma exagerada. Como é sua relação com essas ferramentas? 
Extremamente profissional. Trabalho 24 horas por dia com o WhatsApp, mas sempre de forma direta, objetiva e clara. Procuro ter o cuidado de não exagerar no envio de convites e informações para não cansar as pessoas e elas acabarem não dando a devida importância quando for algo que realmente importa. No Instagram, compartilho o meu dia a dia. Exponho minha vida pessoal de forma mais conceitual, gosto de dividir com as pessoas aquilo que agrega e acrescenta. Também dou algumas dicas, de leve.

Nos últimos anos, cresceu o mercado de relações públicas em BH. Por quê? Carência de mão de obra ou as pessoas começaram a ver na área uma forma de faturar?
As duas coisas. A demanda realmente existe. Afinal de contas, nossa cidade é representativa economicamente e conta com vários perfis de públicos a serem conectados em todas as esferas. Importante ressaltar que o RP precisa tratar seu negócio de forma profissional e ética para que o mercado não fique banalizado. O RP não vive só de festa e curtição, ele é cobrado a gerar resultados comerciais e lucrativos. Precisa entregar aquilo a que se propôs.

Muita gente diz que BH é uma grande roça. Qual é a sua opinião sobre a capital? 
A cidade evolui todos os dias. Esse estigma de roça grande deve ser eliminado do vocabulário do belo-horizontino. Minas é o maior estado produtor e exportador de café, 10% das empresas de TI brasileiras estão aqui, somos o segundo mercado consumidor de energia do Brasil e temos a segunda maior indústria automobilística do mundo, a Fiat. Somos detentores de 53% da produção de minerais do país. Para fechar, em 2018, recebemos de braços abertos o Fasano Belo Horizonte, que vem endossar a nossa vocação de receber de forma única em uma cidade que se tornou cosmopolita sem perder as raízes e valores. A qualidade de vida em BH é uma das melhores do Brasil. Precisamos nos orgulhar cada vez mais do que já conquistamos e do que temos projetado para o futuro.

Você já planeja sua próxima festa de aniversário?
Estou com algumas ideias em mente... Ano passado, foi um momento muito especial na minha vida por conta das conquistas. Quis fazer a festa no Museu das Minas e do Metal. Este ano, quero realizar algo com propósito social. Ajudar é uma forma de agradecer pelo muito que me foi concedido. Os amigos são pessoas essenciais para celebrar a vida, a lista já está em 800 pessoas... Mas pode ser que mude de ideia e fique a dois, em uma casinha de sapé. Minha vida social é intensa, quando fujo para a natureza renovo as energias e descanso. Veremos...

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