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Estado de Minas

O artista tcheco Jiri Volves expõe trabalhos no Palácio das Artes

Ilustrações foram criadas para a edição do livro 'A noiva da casa azul', de Murilo Rubião, lançada na República Tcheca. Mostra ficará em cartaz até 28 de outubro


postado em 07/10/2019 04:00 / atualizado em 06/10/2019 17:38

(foto: Paulo Lacerda/divulgação)
(foto: Paulo Lacerda/divulgação)

 
 
PALÁCIO DAS ARTES
RUBIÃO E VOVES

Desenhos do artista Jiri Voves para a edição do livro A noiva da casa azul, de Murilo Rubião, lançada na República Tcheca, estão expostos no Café do Palácio das Artes. Quem passar por lá poderá ver também trabalhos inéditos do tcheco, que é pintor, ilustrador e artista gráfico. Em cartaz até 28 de outubro, a mostra chega a BH graças à parceria entre a Fundação Clóvis Salgado, consulado-geral da República Tcheca em São Paulo e consulado honorário da 
República Tcheca em Minas Gerais.
 
 
TODAS AS LETRAS
CARVÃO EM 4 DÉCADAS

Cerca de 20 mil visitantes passaram pela mostra de trabalhos de Ricardo Carvão Levy no Museu de Congonhas. A exposição, que termina no dia 27, reúne a produção do artista plástico nas últimas quatro décadas. Ela integra o Programa Museu de Congonhas Todas as Letras, com o patrocínio da Gerdau.

DE OLHO NA FOLIA
TOQUE FEMININO

Os preparativos para o carnaval de 2020 estão a toda em Belo Horizonte. E as mulheres vêm com força na folia. Dos 90 alunos da oficina de percussão do Monobloco, 57 são do sexo feminino. As aulas são ministradas às quartas-feiras, no Granfinos, por integrantes do grupo, que vêm todas as semanas do Rio de Janeiro a BH.
 
NO CCBB
TCHEKHOV ADAPTADO

Com direção de Marcio Abreu, a Companhia Brasileira de Teatro chega em 18 de outubro ao CCBB-BH. O elenco é formado por Camila Pitanga, Cris Larin, Edson Rocha, Josi Lopes, Kauê Persona, Rodrigo Bolzan, Rodrigo Ferrarini e Rodrigo dos Santos. Eles vão encenar Por que não vivemos?, adaptação de um texto do russo Anton Tchekhov (1860-1904), escrito quando ele tinha 20 anos.
 
***

Publicado em 1923, o texto foi descoberto após a morte de Tchekhov nos arquivos do irmão dele. Marcio Abreu conta que o projeto vem desde 2009. Naquele ano, a adaptação assinada por ele, Nadja Naira e Giovana Soar estreou no Brasil. Por que não vivemos? trata de temas recorrentes na obra do russo, como o conflito de gerações, o impacto das transformações sociais e desafios enfrentados pelo homem comum. Tudo isso na fronteira entre o drama e a comédia, com múltiplas linhas narrativas. 


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