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Saiba quais são os riscos do sobrepeso

Com o Dia Mundial da Obesidade e o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade chegando, em 11 de outubro, é preciso debater e alertar a população sobre o assunto. Transtorno traz diversas doenças relacionadas, desde físicas até psicológicas


postado em 08/10/2019 04:00 / atualizado em 07/10/2019 17:30

Sexta-feira, 11 de outubro, é o Dia Mundial da Obesidade, data criada para se debater e alertar a população para os riscos do sobrepeso. Segundo informações da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil está entre os cinco países com maior índice de obesidade e, para quem ainda não sabe, a obesidade é considerada um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Só no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, estima-se que quase 19% da população com mais de 18 anos sofre com o problema. O transtorno traz consigo diversas doenças relacionadas – desde problemas físicos até psicológicos.

Para conscientizar a população, em 2008, foi criado no país o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado em 11 de outubro, mesma data do Dia Mundial da Obesidade. Desde então, todos os anos, diversas campanhas são realizadas para tratar a importância da prevenção à doença. O médico endoscopista, especialista em tratamentos contra obesidade, Bruno Sander destaca que para prevenir a melhor opção é “investir em uma dieta balanceada e exercícios físicos regulares. Além disso, para aqueles que já estão com sobrepeso ou obesidade, recorrer a dietas milagrosas sem ajuda de um especialista pode ser prejudicial à saúde”.

O objetivo aqui não é levantar uma bandeira de que todos devem seguir um suposto padrão estético implantado pela sociedade, que dita que mulheres devem vestir manequim 36 a 40. Isso realmente já caiu por terra. O importante é estar bem consigo mesmo e com seu corpo, e com a saúde boa.

Falo isso com conhecimento de causa. Antes que o leitor se assuste, não sou a titular desta coluna, estou assinando-a interinamente. Sou a jornalista Isabela Teixeira da Costa e já escrevi aqui alumas vezes que era gorda e, por motivo de saúde, passei por uma cirurgia bariátrica, muito bem-sucedida, há quase três anos, com o cirurgião Marcos Martins da Costa, da CVE. Emagreci 40 quilos, não tive absolutamente nada, minha recuperação foi maravilhosa e, hoje, minha vida é outra. O pensamente é um só: “Por que não fiz isso antes”.

Quero ressaltar que era uma gordinha muito feliz. Quem me conhece sabe disso. Mas, sem perceber, de gordinha passei para gorda e gordona. Nunca cheguei à casa da obesidade mórbida, mas usei manequim 50. Este ganho de peso ocorre sem que a gente perceba. Quando vi, estava com triglicérides alto, e lutei por quatro anos para baixá-lo, sem sucesso. Idem colesterol, e tive que tomar remédio para isso. Por fim, veio o diabetes 2. Aí eu desesperei. Diabetes é sério demais. Como agora está na moda ser plus size, o perigo é as pessoas perderem a noção do limite saudável desse sobrepeso.

Atualmente, o que não falta são recursos para o emagrecimento, dietas saudáveis com bons profissionais que acompanham o paciente como um todo, sem remédios que são cheios de substâncias que alteram o estado natural da pessoa. Uma das boas é a Be Light Estar Bem, de Felipe Hadad, que tem programas bem-inovadores desde nutrição até exercícios físicos, mas o diferencial é que eles olham o a saúde completa do paciente.

Para casos mais graves, existem outros procedimentos, como colocação de balão gástrico e a própria cirurgia bariátrica, que hoje está bem menos invasiva e tem alcançado resultados excelentes. Cada caso é um caso e deve ser estudado com um médico sério e capacitado. O importante é cuidar da saúde.
Isabela Teixeira da Costa/Interina


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