Vacinação contra Covid-19 e gripe ajudam a reduzir os casos de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave. IMUNIZANTES JÁ SE MOSTRARAM EFICAZES NO COMBATE ÀS DOENÇAS -  (crédito: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press. 17/01/2022)

Além dos pontos extras, o imunizante segue disponível nos 152 centros de saúde da capital

crédito: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press. 17/01/2022

A Prefeitura de Belo Horizonte abriu nesta terça-feira (16/4) mais três locais para aplicação da vacina contra a gripe, que vão funcionar durante a semana em horários específicos.

 

Veja os locais:

 

Abertta Saúde
Avenida Bernardo Monteiro, 831 - Funcionários
Vacinação de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30

CEM IPSEMG
Avenida Domingos Vieira, 488 - Santa Efigênia
Vacinação de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 12h e das 13h30 às 18h

Núcleo Stellantis Saúde BH
Rua Paulo Piedade Campos, 360 - Estoril
Vacinação de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14 às 17h

 

Além das novas localidades, o imunizante segue disponível nos 152 centros de saúde e em outros quatro pontos extras. Veja a relação de endereços no portal da PBH clicando aqui.

 


BH se prepara para onda de doenças respiratórias


Com a proximidade do fim do pico dos casos de dengue, Belo Horizonte agora se prepara para enfrentar uma onda de doenças respiratórias e acende o alerta para as crianças, público mais vulnerável. No intervalo de um mês, os atendimentos pediátricos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital subiram quase 90%, conforme mostra reportagem do EM publicada na quarta-feira (10/4) passada. 

 

 

O número sobe para 109% nos atendimentos feitos nos centros de saúde espalhados por BH no mesmo período. Foram 6.122 notificações em fevereiro e 12.466 em março. O plano da prefeitura controlar esse cenário, apresentado no último dia 10 de abril, em coletiva à imprensa, se baseia em três pilares: vacinação, contratação de profissionais e ampliação de leitos hospitalares.


Quem pode se vacinar contra gripe em BH?

 

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Trabalhadores da Saúde;
  • Gestantes;
  • Puérperas (até 45 dias após o parto);
  • Professores dos ensinos básico e superior;
  • Povos indígenas;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Pessoas em situação de rua;
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento;
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema de privação de liberdade;
  • População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).

 

Documentos


No momento da vacinação é indispensável que as pessoas que fazem parte do público prioritário apresentem o documento de identificação com foto, CPF e o cartão de vacina. É necessário, também, que alguns dos grupos listados acima – como é o caso dos trabalhadores – levem um comprovante da função exercida. Portadores de doenças ou condições específicas de saúde devem apresentar laudo médico que comprove a condição.


Sobre a vacina


A vacina trivalente contra a influenza utilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B. A detecção de anticorpos protetores se dá entre duas e três semanas depois da vacinação e apresenta, geralmente, duração de seis a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre após quatro a seis semanas, e a proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente 12 meses, sendo, portanto, necessário repetir a imunização todo ano, orienta o Ministério da Saúde, que estima vacinar 75 milhões de pessoas.