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Estado de Minas

Garotinho deve deixar Bangu e ir para hospital, decide ministra do TSE

Após receber os cuidados médicos o ex-governador do Rio de Janeiro poderá cumprir prisão domiciliar


postado em 18/11/2016 19:05 / atualizado em 18/11/2016 19:14

(foto: YASUYOSHI CHIBA)
(foto: YASUYOSHI CHIBA)

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio concedeu nesta sexta-feira prisão domiciliar ao ex-deputado federal e ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, preso esta semana pela Polícia Federal (PF) sob a acusação de compra de votos.

Garotinho deverá ser transferido imediatamente para um hospital e não poderá ficar mais preso no Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, para onde foi transferido ontem. Após receber os cuidados médicos, o ex-parlamentar poderá seguir para casa, segundo a decisão da ministra.

De acordo com a PF, a prisão faz parte de investigações relativas ao uso do programa Cheque Cidadão, benefício de R$ 100 concedido pela prefeitura de Campos dos Goytacazes para compra de produtos alimentícios pela população. Garotinho é secretário de Governo da cidade. A mulher dele, Rosinha Garotinho, é prefeita.

A defesa de Garotinho sustenta que a “prisão é arbitrária, ilegal e baseada em fatos que não ocorreram”. O advogado Fernando Augusto Fernandes, responsável pela defesa de Garotinho, disse que o decreto de prisão ocorrido em razão de decisão da 100ª Vara Eleitoral de Campos vem na sequência de uma série de prisões ilegais decretadas por aquele juízo e suspensas por decisões liminares do TSE.

Com Agência Brasil


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