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Estado de Minas

Policiais federais panfletam em aeroporto contra Dilma e sobre perigo a turistas

Agentes acusam o governo federal de fazer retaliações contra o trabalho da categoria por causa das investigações do mensalão


postado em 08/04/2014 14:58 / atualizado em 08/04/2014 17:56

Agentes federais distribuem panfletos para passageiros em protesto no Aeroporto Santos Dumont. Clique para ampliar(foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Agentes federais distribuem panfletos para passageiros em protesto no Aeroporto Santos Dumont. Clique para ampliar (foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal fizeram nesta segunda-feira (8) mais uma manifestação no Rio de Janeiro para pressionar o governo a aprovar a reestruturação dessas carreiras e o reconhecimento de suas atribuições. Durante o protesto, no Aeroporto Santos Dumont, os policiais ergueram faixas e distribuíram panfletos aos passageiros.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Fedederal no Rio, André Vaz de Mello, a categoria ameaça parar durante a Copa do Mundo se não houver avanço na negociação com o governo federal até o início de junho.

“O governo sempre nos sinaliza que [se entrarmos em greve] vai nos substituir pelo Exército ou pela Força Nacional [no setor de imigração dos portos e aeroportos]. Mas não adianta substituir por um militar ou qualquer outro funcionário público [porque não vai saber como funciona o setor]. Então será um caos, vai parar. Ou então o governo federal poderá abrir a porteira e deixar entrar todo mundo, terrorista, procurados pela Interpol”, disse Mello.

Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Justiça informou, por meio da assessoria de imprensa, que não se pronunciará sobre a ameaça de greve dos policiais. O Ministério também disse que não há, por enquanto, um plano de contingência caso a greve seja decretada durante a Copa do Mundo.

Categoria ameaça paralisar durante a Copa do Mundo, caso governo não abra negociação(foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Categoria ameaça paralisar durante a Copa do Mundo, caso governo não abra negociação (foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

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