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Vans escolares são liberadas durante greve de ônibus em Porto Alegre

Agência Brasil

Publicação: 01/02/2014 16:32 Atualização: 01/02/2014 17:04

Ônibus foi incendiado e apedrejado no bairro Lomba do Pinheiro, na Zona Leste de Porto Alegre (Mateus Bruxel /Agencia RBS/Estadão Conteúdo )
Ônibus foi incendiado e apedrejado no bairro Lomba do Pinheiro, na Zona Leste de Porto Alegre

A Prefeitura de Porto Alegre autorizou neste sábado que 617 veículos escolares credenciados façam o transporte coletivo a partir de segunda-feira (3) devido à greve dos rodoviários, iniciada na semana passada. A tarifa cobrada será a mesma das lotações, R$ 4,20. A greve atinge 1 milhão de usuários diariamente. Em nota divulgada à imprensa, a Prefeitura afirma que, desde o início da paralisação, 45 ônibus foram depredados.

Em assembleia realizada ontem (31), os rodoviários decidiram manter a greve e deixar todos os ônibus nas garagens durante a paralisação. A decisão contraria acordo firmado na Justiça do Trabalho de que metade da frota agora e a totalidade a partir dos próximos 12 dias deve ficar nas ruas.

Na nota, a prefeitura defendeu a atuação da Polícia Militar para que o acordo judicial seja cumprido evitando depredação dos coletivos. "É de fundamental importância a atuação da Brigada Militar para viabilizar a saída dos ônibus das garagens e a integridade da população durante a execução dos trajetos. A necessidade das forças de segurança fica evidente diante do fato de que 45 ônibus já foram depredados desde o início da greve, quando saiam para realizar os trajetos, nove apenas na manhã deste sábado”, diz a nota.

Na segunda-feira, a prefeitura vai recorrer à Justiça do Trabalho a fim de que nova audiência de conciliação seja realizada para tentar acabar com a greve. “O cenário de greve, que chega ao sexto dia, consagra a quebra da ordem institucional, com profundo desrespeito ao direito constitucional de ir e vir, à decisão judicial e ao acordo firmado entre as partes. O núcleo gestor do governo está mobilizado em caráter permanente para avaliar a situação e tomar as medidas cabíveis para resguardar os interesses da população de Porto Alegre." A prefeitura também afirmou que não tem condições financeiras de viabilizar o passe livre, uma das reivindicações dos grevistas. A medida teria impacto de R$ 2 milhões diariamente aos cofres públicos.
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