A “fezinha” de cada dia ainda é uma forte tradição entre os recifenses, revelou um estudo do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau.
Mesmo sendo considerado ilegal pela legislação brasileira, o jogo do bicho é procurado por 41,7% dos 647 moradores da capital que foram entrevistados pela pesquisa. Para 65,8% dos ouvidos, a atividade não é vista como crime.
O estudo Os recifenses e os jogos de azar apontou ainda que a prática está inserida na cultura brasileira e, apesar de não ser legalizada, faz parte do cotidiano principalmente dos integrantes da classe D.
Mais de 70% das pessoas da camada social afirmaram que costumam jogar no bicho. A classe B é a que menos aposta, com apenas 27,6% dos ouvidos pela pesquisa.
Desde o último dia 10, o jogo do bicho e a exploração de máquinas caça-níqueis podem ser considerados crimes e têm punições mais rígidas. Uma nova lei ampliou os tipos de crimes que podem ser enquadrados como lavagem de dinheiro.
Até a sanção da lei, os jogos de azar eram considerados uma contravenção penal, ou seja, crime de menor potencial ofensivo.
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Pesquisa revela que mais de 40% dos recifenses costuma jogar no bicho
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