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Corte de verbas asfixia universidades federais

Depois de quatro anos sucessivos de arrocho, instituições alertam para comprometimento no ensino e na pesquisa. UFMG perdeu 10% em relação ao orçamento de 2016 e ainda tem retida 15% da verba prevista

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postado em 06/08/2017 06:00 / atualizado em 06/08/2017 10:24

Junia Oliveira /

Túlio Santos/EM/D.A Press

Quatro anos sucessivos de cortes, atraso ou retenção na liberação de dinheiro e contingenciamento (bloqueio) de verbas já previstas em orçamento. A soma de desacertos e arrocho tem produzido um resultado catastrófico na saúde financeira das universidades federais. Na UTI da educação, reitores das federais sediadas em Minas não dão cinco meses para que os sistemas da educação pública superior entrem em colapso absoluto, caso o cenário de crise continue. Na maior instituição do estado e uma das principais do país, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o reitor Jaime Arturo Ramírez é categórico: “A situação é dramática, extrema, muito grave”.


Os números não mentem: são pelo menos R$ 754 milhões previstos na lei orçamentária para as federais mineiras este ano (número apurado em sete das 11 instituições) e R$ 179 milhões (23,7%) ainda não foram liberados ou foram contingenciados. Em agosto do ano passado, foi anunciado o segundo corte orçamentário feito pela União no prazo de apenas um ano e meio. A previsão do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle, portal do Ministério da Educação (MEC) que trata do orçamento, era de redução média de 45% nas verbas de investimento (cerca de R$ 350 milhões) nas 63 universidades públicas do país para 2017. Nos recursos destinados ao custeio, a diminuição era de 18% na comparação com o que havia sido previsto para 2016. No caso dos investimentos, o corte afeta, principalmente, obras e compras de equipamentos. Já o custeio é relativo às despesas correntes, que vão do pagamento de contas de consumo ao gasto com pessoal terceirizado.

Na UFMG, o orçamento de 2017 é aproximadamente 10% menor do que foi em 2016. São R$ 173,2 milhões, contra R$ 191,8 milhões. “Além de ser menor, está contingenciado. O governo liberou 85% e, se não autorizar os 15% restantes, não só a UFMG, mas todas as outras federais vão entrar em situação grave até o fim do ano”, avisa o reitor, afirmando que ainda não há qualquer sinalização da União para solucionar o problema.

Leandro Couri/EM/D.A Press

No quesito obras, a situação é ainda pior. O orçamento de R$ 22,6 milhões é 10% menor do que em 2016 (R$ 22,8 milhões) e menos da metade do que foi em 2014 (R$ 46,3 milhões). Além disso, há um contingenciamento de 50% desse valor. Como resultado, a universidade está com oito de suas 10 obras paralisadas. Dos R$ 72 milhões previstos para intervenções em prédios como os dos cursos de belas artes, educação física e da Faculdade de Educação, apenas R$ 29,8 milhões foram executados. Por questões estratégicas e de demanda, apenas a moradia estudantil e o Centro de Atividades Didáticas 3 (CAD 3) continuam em construção e serão entregues até o fim do ano. “O que está parado são obras essenciais e que fazem parte do compromisso feito pela universidade de expansão para acomodar salas de aula, para professores e laboratórios, por exemplo”, diz Ramírez.

“A manutenção do câmpus é muito preocupante. É o dia a dia das universidades”, ressalta o representante da UFMG. “Retomar uma obra, que pode se deteriorar ao longo do tempo, é muito mais caro”, acrescenta. Apesar do arrocho, o reitor afirma que ainda não há previsão de corte de pessoal. “Não há mais como reduzir, pois, se isso ocorrer, põe a universidade em extrema fragilidade do ponto de vista de funcionamento”, ressalta. A UFMG já havia sido atingida duramente em suas finanças em 2015, quando houve suspensão de pagamentos de contas de águas e luz e demissão de terceirizados.

Naquele ano, foram perdidos R$ 50,7 milhões em repasses do Ministério da Educação (MEC), dos R$ 263 milhões inicialmente aprovados pela Lei Orçamentária. Para enfrentar o cenário, a universidade anunciou interrupção de obras em curso no câmpus e lançou um plano de adequação orçamentária com cortes de 16% no custeio da administração central (pró-reitorias e diretorias) e 50% nos recursos de capital (obras, equipamentos e investimentos). Na época, um fundo de emergência de R$ 2 milhões foi criado para atender à pós-graduação.

Beto Novaes/EM/D.A Press

CRISE INÉDITA Jaime Ramírez destaca que só não faltam insumos básicos, como materiais de higiene, de limpeza e do dia a dia de laboratórios e salas de aula, porque a universidade fez uma provisão para essas despesas no início deste ano. “Mas essas questões também vão se deteriorar rapidamente”, prevê. Sem poder reduzir vagas, à espera de recursos e com o caixa em estado de alerta, não resta alternativa que não esperar o anúncio da previsão de orçamento para 2018, que deve ser divulgada este mês. “Por ser grande e robusta, a universidade tem a característica de ser resiliente, mas tudo tem limite. Olhando em perspectiva, não há paralelo na história da instituição, que completa 90 anos, com a crise financeira da gravidade que estamos enfrentando. E isso vai ter efeito na UFMG como um todo”, avisa.

O reitor garante que continuará sendo indicado ao governo federal que a melhor maneira de sair da crise é não deixar de investir em educação. “Isso é um princípio. A própria universidade, pelas relações que tem com a sociedade em diversas dimensões e não apenas na formação de pessoas, é uma forma também de voltar a ter um pouco de credibilidade e fazer a economia engrenar. Deixar de investir em educação, ciência e tecnologia é equivocado do ponto de vista político e deixar de investir nas universidades é igualmente equivocado.”
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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GILBERTO
GILBERTO - 07 de Agosto às 07:01
1. NAO EXISTE MAIS ENSINO DE QUALIDADE NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS, PRINCIPALMENTE NAS PUBLICAS; 2. OS PROFESSORES, COM RARISSIMAS EXECECOES, FORAM PLANTADOS PARA DISSEMINAR O COMUNISMO NOS ALUNOS; 3. POR OUTRO, OS ALUNOS NAO SE PREOCUPAM EM APRENDER. O OBJETIVO PRINCIPAL SAO O CONSUMO DE DROGAS E FOMENTAR A IDEOLOGIA DOUTRINARIA SOCIALISTA. EM SINTESE, COM OU SEM VERBA, O NOSSO DINHEIRO ESTA INDO DIRETO PARA A LATA DO LIXO.
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 21:20
Como bem publicado aqui, países que priorizam a educação não cortam investimentos tendo como justificativas crises econômicas. Temos que avaliar o quanto a Universidade de Seul, p.ex., investe em pesquisa e comparar tal parâmetro com o da UFMG. Antes disso, qualquer conclusão é prematura e amadora.
 
Anderson
Anderson - 06 de Agosto às 20:23
Sr. Cleyton, a UFMG produzir 96 patentes em 01 ano não e nada. A universidade de Seul produziu 3.650 patentes em 2016. A UFMG não figura nem no top 20 da America Latina quanto mais do mundo. Nosso ensino publico e atrasado com corpo docente que só sabe editar livros e laboratórios que só fazem análises comparativas para terceiros, enfim uma vergonha. Não irei mas responder seus comentários.
 
Luciano
Luciano - 06 de Agosto às 19:22
Os mortadelas piram! Afinal onde estes ratos vão viver? Eles abominam a competição e trabalho. Privatização já.
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 21:21
Quando falta argumentação lógica, só resta a violência. Realmente, CARAMBA, QUANTA IGNORÂNCIA!
 
Allan
Allan - 06 de Agosto às 20:06
Caramba!! Ignorância pouca é bobagem!!!
 
Luciano
Luciano - 06 de Agosto às 19:17
Privatização já! Universidades mastodônticas e públicas é sistema ultrapassado. Sem falar que assim nós livraremos às instituições e o dinheiro público destes doentes mentais que habitam este meio!
 
Rodrigo
Rodrigo - 06 de Agosto às 18:36
Pessoal, vocês que defendem partidos e governos, será que nunca vão aprender? Educação, tecnologia e desenvolvimento humano não são, e nunca foram, prioridade para investimentos. Quem estuda não vota PSDB, PT e nos parasitas deles. Para eles é ótimo manter a população alienada e sem estudo, porque aí eles ficam em paz fazendo o que bem entendem. Aumentam impostos e fica tudo por isso mesmo. Nenhuma surpresa sobre a situação da UFMG.
 
vicente
vicente - 06 de Agosto às 18:33
Para dar credibilidade a alegação das universidades, especialmente a UFMG que conheço de sobra, seria bom apontar UM programa de relevo em inovação e pesquisa cientifica dessa universidade. O orçamento é sorvido para custeio de salarios, penduricalhos da folha de pagamento e diárias de necessidade duvidosa. Além do ativismo ideologico que infesta determinados cursos
 
vicente
vicente - 06 de Agosto às 18:33
Para dar credibilidade a alegação das universidades, especialmente a UFMG que conheço de sobra, seria bom apontar UM programa de relevo em inovação e pesquisa cientifica dessa universidade. O orçamento é sorvido para custeio de salarios, penduricalhos da folha de pagamento e diárias de necessidade duvidosa. Além do ativismo ideologico que infesta determinados cursos
 
vicente
vicente - 06 de Agosto às 18:33
Para dar credibilidade a alegação das universidades, especialmente a UFMG que conheço de sobra, seria bom apontar UM programa de relevo em inovação e pesquisa cientifica dessa universidade. O orçamento é sorvido para custeio de salarios, penduricalhos da folha de pagamento e diárias de necessidade duvidosa. Além do ativismo ideologico que infesta determinados cursos
 
Carlos
Carlos - 06 de Agosto às 18:05
Eu não sei o quê que este acéfalo desse valmir está a comentar assuntos ligados á Universidade. O cara, pelo visto, não deve ter concluído nem o curso fundamental. Uma besta coxista.
 
Full
Full - 06 de Agosto às 17:03
Já repararam que em todas as matérias relacionadas à cultura, ao saber, artes , universidade, enfim, coisas que mexem com o intelecto, os coxinhas aculturados, bestalóides de plantão, estão sempre do outro lado?
 
ROBSON
ROBSON - 06 de Agosto às 16:50
Passei por aqui apenas para ler os comentários dos especialistas.
 
valmir
valmir - 06 de Agosto às 16:20
considerando as legiões de marias do rosário que a universidade produz no Brasil..se fecharem todas ninguém perde nada,...
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 21:53
Valmir, acredito que a reposta a sua pergunta se encontra em seu próprio questionamento. Estamos num buraco sem fundo, como mesmo se expressou, justamente por existir uma maioria pensante igual a você, que, infelizmente, contribui para toda essa situação, no sentido de apoiar políticos e gestores públicos com plataformas de governo com visão de educação igual a sua. Infelizmente, como vivemos em um país democrático, a vontade da maioria tende a prevalecer, inclusive a própria IGNORÂNCIA.
 
valmir
valmir - 06 de Agosto às 17:34
parece que as marias do rosário de plantão vestiram a carapuça muito mais depressa que imaginava (e se a tal "educação " é tão bacana assim porque com tanta gente "educada" estamos num buraco sem fundo?)
 
Letho
Letho - 06 de Agosto às 16:55
Só mesmo uma besta desprovida de qq inteligência para postar uma merda de comentário desse. Sem ver, aposto que batia panela e beijava foto do Aecim.
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:45
Comentário típico de uma pessoa ignorante que provavelmente não adquiriu conhecimento e/ou desconhece a importância do ensino em um país! Lamentável ler um comentário desse baixo nível!
 
Getulio
Getulio - 06 de Agosto às 16:11
Primeiramente a falta de verba não é de agora, veio dos governos anteriores. Agora tem que fazer uma auditoria do uso das verbas, começando pelas áreas de humanas, onde , suspeito que a maioria dos candidatos de pós e mestrado aprovados são bolsistas e afins alinhados com as esquerdas.....
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 17:19
Cleyton, talvez o Getulio ganharia a oportunidade de apresentar pelo menos o projeto, pois com certeza os pesquisadores da UFMG, em especial os sociólogos, gostariam de analisar as argumentações preliminares em prol de tal tese. Talvez pela sua audácia, a priori, tal projeto seria lido e, se aprovado, o Nobel seria certo.
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:48
Getulio, te convido a fazer seu mestrado ou doutorado na UFMG, questionando o quanto a direita brasileira é discriminada! Seria um bom tema! Ás vezes você teria o mérito de ganhar uma bolsa, mas seria uma contradição não é mesmo?
 
Stuart
Stuart - 06 de Agosto às 16:06
- Buscar parcerias com empresas para financiamento das pesquisas. - Tem professores que ganham furtunas com pesquisas que muitas vezes não beneficiam EM NADA a população... Pesquisa priorizada tem que ter output para a comunidade e não apenas usar da infraestrutura pública para beneficiar meia dúzia de empresários (Dezenas de trabalhos científicos são assim, usam a estrutura pública, o aluno e quem ganha é o orientador e o empresário). - Qual o resultado dos milhares de reais do Brasil sem fronteiras ? Tem gente que foi fazer turismo com dinheiro público e outros que usaram como trampolim
 
ROBSON
ROBSON - 06 de Agosto às 16:50
Passei por aqui apenas para ler os comentários dos especialistas.
 
ROBSON
ROBSON - 06 de Agosto às 16:48
"Furtuna" é ótimo.
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:18
Definitivamente Anderson, o senhor não tem a noção das bobagens que falou! Para sua informação a UFMG é uma das mais respeitadas instituições do país e figura junto com as maiores instituições de ensino superior do mundo, forma centenas de profissionais anualmente que entram para o mercado de trabalho e contribuem para o desenvolvimento social e econômico do Brasil, a UFMG é um ambiente produtivo, campo fértil para a inovação e desenvolvimento científico e social no país, acessível através de ensino gratuito e universal. Produziu 91 patentes em 2016. E possui um corpo discente exemplar!
 
Stuart
Stuart - 06 de Agosto às 16:02
De forma pragmátia: A UFMG precisa buscar eficiência operacional, ou seja, FAZER MAIS COM MENOS. Esta não é uma instituição que está acima de qualquer outra. Não adianta mimimi, afinal todo o país passa por forte crise e já basta os governantes passarem por ela como se nada ocorresse ao redor. Existem talvez uma dezena de oportunidades: - Dezenas de prédios do campi sem qualquer uso, em localidades caríssimas (Savassi -arq; Funcionários - Dir; Centro -Eng..etc..etc...) - Os reitores tem vida parecida com parlamentar... é muitaaaaa mamata. Continua
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:27
Mais um comentário infeliz e lamentável, aparentemente o senhor Stuart desconhece completamente os benefícios da educação de qualidade, pública e irrestrita de como a educação desenvolve um país, pesquise a Coréia do Sul Sr. Stuart, como em 20 anos esse país superou o Brasil investindo da educação, veja a Finlândia, a Suécia, Alemanha...Veja se nesses países a educação e desenvolvimento científico e tecnológicos são cortados com a desculpa de crise! Nunca!!!! Não caia demagogia hipócrita de que a educação deva ser sacrificada para rolar juros de uma dívida pública abusiva e não auditada!
 
airton
airton - 06 de Agosto às 16:01
Fácil de responder tal questão: é só cortar os super benefícios dos marejas. Cortar os plantões desnecessários com valores exorbitantes e horas extras de faz de conta. Com tais medidas implementadas, duvido que o orçamento previsto não seja suficiente. Acorda sociedade!!!
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:30
Por que não cortam os salários dos políticos? Dos cargos comissionados? Por que não auditar a abusiva dívida pública? Por que a educação brasileira tem de pagar? Meu caro, cortes na universidade sempre serão em infraestrutura e insumos, os salários caem do mesmo modo! Se existe problema no funcionalismo público isso não serve de desculpa canalha para justificar cortes obtusos e cretinos na verb.
 
Anderson
Anderson - 06 de Agosto às 15:40
O sistema de ensino neste pais já está em colapso a mais de 10 anos. Uma universidade desde tamanho e produz tão pouco tem que ter verba cortada mesmo. Mal administrada gasta muito mal os recursos públicos que possui e sem falar no bando de alunos maconheiros.
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:30
Definitivamente Anderson, o senhor não tem a noção das bobagens que falou! Para sua informação a UFMG é uma das mais respeitadas instituições do país e figura junto com as maiores instituições de ensino superior do mundo, forma centenas de profissionais anualmente que entram para o mercado de trabalho e contribuem para o desenvolvimento social e econômico do Brasil, a UFMG é um ambiente produtivo, campo fértil para a inovação e desenvolvimento científico e social no país, acessível através de ensino gratuito e universal. Produziu 91 patentes em 2016. E possui um corpo discente exemplar!
 
Marco
Marco - 06 de Agosto às 15:18
O Sr. Temer gastou milhões para se manter no poder liberando dinheiro para os incompetentes deputados e ainda disse que vai voltar a viajar pelo país. As instituições de ensino mais uma vez não tem recursos. O que pensam estes representantes do "povo"?
 
Daniel
Daniel - 06 de Agosto às 15:09
A falta de investimentos na educação brasileira é lamentável, mas, os doutores que façam o que todo povo brasileiro está fazendo, criem novas formas de receitas ou cortem os custos.
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:35
Daniel, volte para a realidade! As universidades brasileira já estavam apertadas ANTES dos cortes, não estão cortando mais carne e sim o osso! Os políticos estão cada dia mais com os bolsos cheios, juntos com comissionados e especuladores, e quem paga a conta é a educação?
 
Nilson
Nilson - 06 de Agosto às 14:43
É o fim do sonho do Brasil superpotência, com Estado Gigante e recursos financeiros infinitos. Milhares de servidores bem remunerados que mal comparecem ao trabalho. Tinha que haver colapso. Quem acompanhou os noticiário nos últimos 10 anos, especialmente as notícias sobre milhares de concursos públicos hiper-remunerados, não precisava ser vidente para prever o colapso total.
 
Nilson
Nilson - 06 de Agosto às 14:43
É o fim do sonho do Brasil superpotência, com Estado Gigante e recursos financeiros infinitos. Milhares de servidores bem remunerados que mal comparecem ao trabalho. Tinha que haver colapso. Quem acompanhou os noticiário nos últimos 10 anos, especialmente as notícias sobre milhares de concursos públicos hiper-remunerados, não precisava ser vidente para prever o colapso total.
 
José
José - 06 de Agosto às 13:33
O governo federal acaba de liberar alguns milhões para as festividades de 7 de setembro e para os blocos carnavalescos do Rio de Janeiro.
 
Roberto
Roberto - 06 de Agosto às 12:53
A UFMG e as Universidades Federais produzem e muito, agora compare com esse Congresso que é só corrupção e que nada produz esse Temer gastando dinheiro público para se manter no poder, diga-me quem é o câncer do pais? Políticos que após dois mandatos se aposentam, quem é o câncer do pais? Talvez você diz isso, porque não conseguiu entrar ou porque seja um pequeno burgues ou outros motivos, mas o certo é que sua visão é míope e medíocre, igualzinho a este governo que ajudou a instalar.
 
Roberto
Roberto - 06 de Agosto às 14:42
Weimi, se és funcionário público por que não parte do falatório para a ação? por que não és coerente com aquilo que pregas? Por que não largas a demagogia de lado e se exoneras do Serviço Público! Desta forma tuas palavras encontrariam eco em teu exemplo prático! Pule fora, topas?
 
Weimi
Weimi - 06 de Agosto às 13:37
Sou funcionário público Roberto. Você acha que eu ia sair falando sem ter alguma convicção? Falo isso por experiência própria das coisas erradas que eu vejo no meu dia a dia.
 
Ricardo
Ricardo - 06 de Agosto às 12:51
Aposto que o Thomaz Turbando é um desses que vivem de mamar nas tetas de alguma UF.
 
Weimi
Weimi - 06 de Agosto às 12:50
Acham que vão cortar gastos mandando embora o pessoal da limpeza, porteiros, vigilantes ?KKKKKKKKKKK Façam o teste: Deem uma volta por dentro dos prédios da UFMG e vejam a quantidade absurda de funcionários a toa. Nego bate ponto e vai pra copinha bater papo. Sonho de muitos é passar em concurso pra não fazer nada e MAMAR nas tetas do governo. Não vou generalizar, tem bons servidores, mas no geral é tudo parasita. Não tem jeito galera, pro país mudar tem que acabar com a máquina pública e privatizar tudo.
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:40
Weimi problema do Brasil é o funcionalismo público ou os políticos? Não são os políticos que garantem os privilégios do funcionalismo? Não são os políticos que inundam o serviço público de comissionados, a maioria incompetente? Não entendo porque uma questão estrutural de todo o governo em todas as esferas e poderes pode ser justificativa para cortar verba de uma coisa importante como educação!
 
FullMetalJacket
FullMetalJacket - 06 de Agosto às 12:37
Como se sentem os nossos honestíssimos deputados federais ( e seus eleitores) que embolsaram, VERGONHOSAMENTE, verbas federais que poderiam ir, por exemplo, para a Universidade Federal do seu estado?
 
Weimi
Weimi - 06 de Agosto às 12:21
É lógico que vai entrar em colapso! Com essa quantidade desnecessária de servidor público, coçando saco o dia inteiro. Numa sala onde dois faziam o trabalho tranquilo tem 10. Pra bater um carimbo para uma determinada ocasião, tem 3-4 servidores pra isso. Tem necessidade disso? Tem servidor que ganha mais de R$5 mil por mês e não sabe ligar um computador. Aí pra cortar gastos vocês demitem o pessoal da limpeza, manutenção, porteiros, vigilantes que ganham pouco mais que um salário? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Essa UFMG é uma imundice só Funcionalismo Público = Câncer do país
 
claudio
claudio - 06 de Agosto às 11:35
o temer é imoral e corrupto e não tem a menor capacidade para arrumar esta bagunça... e ainda vai piorar!!.mas esta crise na educação veio do governo do pt que fingia apoiar as universidades mas estava só cativando apoiadores úteis..
 
Adriano
Adriano - 06 de Agosto às 11:02
Acho que o Brasil deveria rever alguns conceitos no que se refere à necessidade de certos cursos em universidades públicas. Cito, por exemplo, o curso de Direito. Qual a necessidade hoje de se pagar com dinheiro público a formação de advogados? Nenhuma, visto que está sobrando no mercado. As universidades públicas deveriam formar profissionais escassos no mercado e não ficar usando dinheiro público para colocar mais profissionais em um mercado já saturado. Quer fazer direito? Faça. Mas com o seu dinheiro e não dinheiro público.
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 13:42
Certa vez o matemático grego Euclides estava expondo alguns conceitos de geometria quando se aproximou um determinado aluno e o questionou qual o lucro, a vantagem, o proveito que ele poderia tirar daqueles conhecimentos geométrico. O sábio grego chamou um escravo, entregou a este algumas moedas e determinou que as repassasse ao aluno vulgar, recomendando ainda que tal escravo advertisse a tal aluno para nunca mais retornar às suas aulas, pois já teria tido o lucro que sonhava. Logo, até o conhecimento o sistema capitalista que vulgarizar. É nojento. Não respeitam nada.
 
João
João - 06 de Agosto às 12:06
Seu comentário faz sentido, mas há um grande problema a ser considerado: atualmente no Brasil, a única profissão onde não falta emprego, e na verdade faltam profissionais, é a de médico. Todas as demais profissões têm sofrido com o desemprego. Em um país onde o empreendedorismo não é estimulado, mas ainda é até recriminado, não é surpresa não haver oportunidades para todos... essa é a infeliz realidade do país.
 
Carlos
Carlos - 06 de Agosto às 10:47
Esta é a conta que o PT deixou para o país. O Brasil depois de 12 anos de governos petralhas simplesmente está falido. E ainda existem comunistas defendendo esses ladrões.
 
tomas
tomas - 06 de Agosto às 19:44
thomas, se tu entende se o basico de economia nao falaria tantas bobagens,
 
Cleyton
Cleyton - 06 de Agosto às 16:54
Carlo, adoraria que o argumento ingênuo e simplista seu e de muitos outros fosse a realidade: De que a causa de todos os males do Brasil seja o PT! Aí seria muito fácil consertar o país! Só acabar com o PT! Mas infelizmente a realidade é mais dura e complexa do que isso: Todo o sistema político é corrupto! Aécio é tão corrupto quanto Lula, PMDB é uma quadrilha como o PSOL, Bosonaro e Dória mentem...
 
Thomaz
Thomaz - 06 de Agosto às 12:33
Não, imbecil de rabo, em 16 anos de governos do PT nunca faltou verba para as Federais. Estas coisas começaram a acontecer depois que o governo coxo-golpista tomou o poder.
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 10:44
Infelizmente nossas instituições de ensino federal quase que se tornaram laboratórios de empresas privadas, onde estas últimas só investem em pesquisas se existirem retornos particulares, lógico. Em um mercado capitalista, como no Brasil, e com uma plataforma de governo igual à desse presidente Michel Temer, que não esconde a sua clara tendência de beneficiar o sistema empresarial, tal situação era perfeitamente previsível. Triste a situação da UFMG, que, em particular, perdeu a sua autonomia de pesquisa, como todas as demais universidades federais.
 
Celso
Celso - 06 de Agosto às 12:38
A saber, uma UNIVERSIDADE leva essa denominação justamente por ter essa autonomia de pesquisa, e não tem que, necessariamente, se prestar somente às vontades do mercado. O conhecimento é, antes de tudo, a prioridade em uma UNIVERSIDADE, caso contrário, sugiro transformá-la em um INSTITUTO. Várias pesquisas, pesquisadores e profissionais são exigidos no mercado pela sua excelência na formação. Logo, como sustentar que uma UNIVERSIDADE FEDERAL não presta um serviço de qualidade à sociedade? Ilógico.
 
Weimi
Weimi - 06 de Agosto às 12:27
Tem que privatizar tudo cara! Tem muito servidor a toa, que recebe mais não produz nada, que não é mandado embora por causa da "estabilidade". Na iniciativa privada se você não produz você vai pro olho da rua! Servidor público tem "estabilidade", logo faz o que quer.
 
Denilson
Denilson - 06 de Agosto às 11:21
Infelizmente as universidade estiveram longe da sociedade. Como ex-aluno, cansei de observar pesquisas que não traziam qualquer benefício à sociedade, não levavam a nada. No máximo, permitiam que professores estivessem mundo afora para participar de congressos INÚTEIS. Passou da hora da integração da universidade com o mundo empresarial, de gerar recursos para a sustentação da própria universidade e para dar retorno à sociedade. O "mercado capitalista", com sua produção e seus impostos, que sustenta os atuais privilégios escondidos na fala de "autonomia".
 
Denilson
Denilson - 06 de Agosto às 11:16
Acha mais adequado que a universidade continue vivendo em seu próprio mundinho? Como ex-aluno, cansei de ver pesquisas que não levam a nada. A questão não é ser "mercado capitalista" (quanta besteira) mas de SUSTENTABILIDADE. Passou da hora da universidade interagir com as empresas. Triste é ver que a autonomia se transformou em uma luta para manter privilégios em um mundo distante da realidade do País.
 
Silvio
Silvio - 06 de Agosto às 09:59
Bem feito. O povo não queria dar um golpe, foram paras as ruas fazer dancinha, vestir-se de verde/amarelo para mudar o governo por causa de pedaladas ? Não tem o que reclamar.
 
Ricardo
Ricardo - 06 de Agosto às 09:12
11 bilhões é quanto o Governo Federal teve que injetar nos Correios desde 2014. É só privatizar que a crise nas Universidades passa.
 
Weimi
Weimi - 06 de Agosto às 13:42
Tanto política quanto funcionalismo público são EXTREMAMENTE PREJUDICIAIS para o país.
 
Roberto
Roberto - 06 de Agosto às 12:57
E quanto de dinheiro é desperdiçado por ano com congresso incompetente que só sabe roubar? O mesmo tanto ou mais!
 
Roberto
Roberto - 06 de Agosto às 12:57
E quanto de dinheiro é desperdiçado por ano com congresso incompetente que só sabe roubar? O mesmo tanto ou mais!
 
Roberto
Roberto - 06 de Agosto às 12:57
E quanto de dinheiro é desperdiçado por ano com congresso incompetente que só sabe roubar? O mesmo tanto ou mais!
 
Thomaz
Thomaz - 06 de Agosto às 12:35
Pois é, fizeram isso na educação e olha o quê que deu. Uma infinidade de analfabetos funcionais começaram a aparecer. Está aí vc para não me deixar mentir.
 
Marcelo
Marcelo - 06 de Agosto às 08:40
Edgar, faltou você falar que o Temer quer enterrar essa mesma educação, haja vista a mudança no ensino médio sem discussão com a população e a redução de gastos com a PEC aprovada e que sufoca ainda mais as necessidades básicas com a educação...
 
Marcelo
Marcelo - 06 de Agosto às 08:38
Além da má gestão do governo anterior, o atual tem dinheiro para comprar votos de deputados mas não tem $$ para a educação. Assim vai se esvaindo os últimos redutos de boa educação de qualidade, onde é possível realizar pesquisas e avançar no conhecimento/discussões sobre variadas áreas do conhecimento. Uma lástima o que estão fazendo com tantas boas instituições, UFRJ, UERJ, UFMG, etc. A idéia desse governo é mesmo privatizar o ensino. Os abonados irão para algumas boas escolas de elite , bastante caras, e o restante vai ter que se virar,
 
José
José - 06 de Agosto às 08:28
Asfixia / mata a formação cidadão e o surgimento de novas lideranças civil, política e econômica com livre pensamento ? ? ? - - - - DEPOIS FALAM DA VENEZUELA ! ! ! - - - - - Qual a diferença ?
 
Edgar
Edgar - 06 de Agosto às 08:27
Esse eh o país da educação que o PT prometeu
 
Roberto
Roberto - 06 de Agosto às 12:54
E que o PSDB mais o Temer estão derrubando!