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UFMG e mais cinco integram ranking das 500 melhores universidades do mundo

Universidade Federal de Minas Gerais ficou na 317ª; USP foi a única instituição de ensino da América Latina a ficar entre as 150 melhores

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postado em 15/08/2014 12:00 / atualizado em 15/08/2014 12:24

Estado de Minas

A Universidade Federal de Minas Gerais é uma das seis universidades do Brasil a figurar o ranking das 500 melhores do mundo, de acordo com a classificação de Xangai publicada nesta sexta-feira. Além da UFNMG, que aparece na 317ª posição, estão na lista a Universidade de São Paulo (USP), no 144ª lugar e a única da América Latina entre as 150 melhores do mundo, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 318), a Universidade Estadual Paulista (Unesp, 362), a Unicamp (365) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 421).


Outras quatro universidades latino-americanas aparecem entre as 500 melhores do mundo, duas do Chile (Católica e U de Chile), uma da Argentina (Universidade de Buenos Aires, UBA) e uma do México (Universidade Nacional Autônoma do México, UNAM).

A edição de 2014 do ranking universitário não apresenta muitas mudanças em relação a 2013 e confirma o domínio americano. Harvard é considerada a melhor universidade do mundo, seguida por Stanford, MIT e Universidade da Califórnia.

A Grã-Bretanha é o outro país que integra o exclusivo clube anglo-saxão das 10 melhores universidades do mundo, com Cambridge (quinta posição) e Oxford (nona posição).

Na Europa continental, a ETH de Zurique (19ª), a Universidade Pierre e Marie Curie de Paris (35) e a Universidade de Copenhague (39) são as três melhores da região. A Universidade de Tóquio (21) e a Universidade de Kioto (26) são apontadas como as melhores da Ásia.

O índice de Xangai foi criado em 2003 na Universidade Jiao Tong da cidade chinesa. A classificação é muito aguardada em todo o mundo, mas também é objeto de críticas por sua metodologia. De acordo com os pesquisadores da Jiao Tong, a lista é baseada em uma série de indicadores objetivos e informações fornecidas por terceiros.


A classificação se concentra nas pesquisas de ciências exatas, em detrimento do ensino, algo muito mais difícil de quantificar.

Entre os critérios utilizados está o número de prêmios Nobel que ex-alunos ou pesquisadores das universidades receberam, o número de medalhas Fields (equivalentes ao Nobel de Matemática e que teve o Artur Avila, do IMPA, entre os vencedores este ano), assim como o número de artigos publicados em revistas exclusivamente de língua inglesa como "Nature" e "Science".

A cada ano são avaliadas 1.200 universidades de todo o mundo, mas a lista inclui apenas as 500 melhores.

Com AFP

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