O Copacabana Palace reabrirá em novembro seu Edifício Piscina após dezenove meses de obras. A famosa piscina do hotel foi totalmente repaginada e o prédio ganhou cinco andares dedicados ao bem-estar, além do primeiro bar de sua história, um restaurante italiano e novas categorias de suítes.
Inaugurado em 1948 para receber hóspedes em longas temporadas, o edifício teve a área da piscina reformulada pelo arquiteto Ivan Rezende. O revestimento foi trocado e ganhou um novo desenho com linhas suaves e arredondadas, inspirado no Oceano Atlântico.
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Novos espaços de lazer
Entre as novidades está o Bar do Copa, o primeiro bar do hotel, com um balcão de quase dez metros. A coquetelaria será comandada por Stephano Giglio. A área também recebe um novo restaurante de gastronomia italiana contemporânea, com foco nas tradições do sul da Itália.

O cardápio será assinado pelo chef Nello Cassese, que já possui uma estrela Michelin pelo Ristorante Hotel Cipriani. O complexo de lazer do Copacabana Palace contará ainda com uma nova boutique dedicada ao artesanato brasileiro, com peças de artistas como Maqueson Pereira da Silva e Ciro Fernandes.
Bem-estar e acomodações
A estrutura de bem-estar foi ampliada e agora ocupa cinco andares. Um deles será exclusivo para serviços de spa, como massagens e terapias. Outro abrigará a academia e um bar com foco em alimentos e bebidas saudáveis. Haverá também um andar para Pilates, um para recuperação pós-exercício com banhos de gelo e saunas, e um salão de beleza no último pavimento.
Acima desses andaress, o Edifício Piscina terá 68 suítes maiores, pensadas para famílias e estadias prolongadas, com capacidade para duas a cinco pessoas. Todas possuem varanda privativa e a maioria oferece sala de estar separada e vista para a praia.
As suítes adicionam seis novas categorias de acomodação. O destaque é a "Carioca Suíte", uma cobertura de dois quartos no 11º andar com vista para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar. As diárias no local partem de R$ 6.500.
A decoração dos ambientes internos preserva o estilo modernista e Art Déco do arquiteto original, Wladimir Alves de Souza, mas com materiais e técnicas artesanais brasileiras. Os espaços incluem xilogravuras de Ciro Fernandes e marchetaria de Maqueson Pereira da Silva, que usou madeira reaproveitada do Rio Amazonas.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
