Etiqueta de viagem: 7 gafes que brasileiros cometem e como evitá-las
Da gorjeta ao jeito de cumprimentar, pequenos costumes podem gerar grandes constrangimentos; veja dicas para não ser considerado um 'turista ruim'
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Viajar é descobrir novos mundos, mas também um teste de etiqueta cultural. Pequenos hábitos, considerados normais no Brasil, podem gerar grandes constrangimentos em outros países e carimbar o passaporte com o selo de “turista sem noção”. Entender essas diferenças é o primeiro passo para uma experiência mais rica e respeitosa.
O jeito expansivo e o calor humano, tão valorizados por aqui, nem sempre são bem-vindos em culturas mais reservadas. A boa notícia é que evitar mal-entendidos é mais simples do que parece. Basta um pouco de atenção e pesquisa prévia sobre os costumes locais para garantir que a sua visita seja lembrada pelos motivos certos.
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Para ajudar a evitar gafes e garantir que a hospitalidade brasileira seja bem representada, confira sete erros comuns e como contorná-los:
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A gorjeta errada (ou a falta dela): no Brasil, os 10% são opcionais e já vêm na conta. Nos Estados Unidos, a gorjeta de 18% a 20% é praticamente obrigatória e compõe o salário do atendente, sendo 15% considerado o mínimo aceitável para um serviço básico. Já no Japão, oferecer dinheiro extra pode ser visto como uma ofensa, pois eles entendem que um bom serviço é o padrão esperado. Pesquise a regra do seu destino.
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Excesso de contato físico: o famoso "beijinho" no rosto e o abraço caloroso são nossa marca, mas podem ser invasivos para pessoas de culturas mais reservadas. Em países como Alemanha, Reino Unido ou no continente asiático, um aperto de mão firme é o cumprimento mais adequado em quase todas as situações.
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Falar muito alto: a comunicação no Brasil costuma ser expressiva e em um tom de voz elevado. Em muitos lugares da Europa e da Ásia, isso é interpretado como falta de educação ou até agressividade, especialmente em transportes públicos, restaurantes e museus. Module o volume da sua voz.
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A "pontualidade brasileira": chegar com 15 minutos de atraso pode ser aceitável em um encontro social no Brasil, mas é uma falha grave em países como Alemanha, Suíça e Japão, onde a pontualidade é levada a sério. Programe-se para chegar sempre no horário marcado ou até um pouco antes.
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Tirar fotos sem permissão: fotografar pessoas, principalmente crianças ou em locais de culto religioso, sem pedir autorização prévia é desrespeitoso. O correto é sempre perguntar antes e respeitar a decisão caso a pessoa negue o pedido. Em alguns países, essa prática pode ser considerada invasão de privacidade.
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Pechinchar em qualquer lugar: negociar preços é comum em feiras de artesanato e mercados de rua em diversas partes do mundo. No entanto, tentar fazer o mesmo em lojas de departamento, boutiques ou restaurantes na Europa ou nos Estados Unidos é considerado extremamente rude e inadequado.
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Não respeitar filas e o espaço pessoal: brasileiros tendem a ficar muito próximos uns dos outros em filas. Em muitos países, como no Reino Unido, manter uma distância respeitosa é fundamental. Furar fila, mesmo que “sem querer”, é uma ofensa grave. Observe o comportamento dos locais e siga o fluxo.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.