Com a Copa do Mundo 2026 a todo vapor no Canadá, México e Estados Unidos, a visibilidade do torneio está transformando os jogadores da Seleção Brasileira em verdadeiras vitrines para grandes marcas. Muito além dos salários pagos pelos clubes, os atletas faturam valores milionários com contratos de publicidade e patrocínio que se intensificaram durante a competição. Esses ganhos, em alguns casos, podem superar o rendimento obtido em campo.

Os valores variam drasticamente de acordo com a popularidade e o desempenho de cada jogador neste Mundial. Para atletas de ponta, como Vini Jr. e Rodrygo, um único contrato de patrocínio anual com uma marca global pode ultrapassar os 5 milhões de euros. Já os acordos pontuais, focados apenas na Copa 2026, podem render entre 500 mil e 1 milhão de euros para os nomes mais conhecidos da equipe.

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O engajamento nas redes sociais também se tornou uma fonte de receita fundamental durante a competição. Desde o início do torneio, o alcance dos jogadores aumentou exponencialmente, e uma única postagem patrocinada no perfil de um titular pode custar centenas de milhares de reais. Marcas de diversos segmentos, como automotivo, financeiro, vestuário e tecnologia, disputam a atenção dos milhões de seguidores.

Como funcionam os contratos

As parcerias comerciais entre jogadores e marcas são estruturadas de diferentes formas, cada uma com um objetivo específico durante e após o evento. As principais modalidades de acordo vistas nesta Copa são:

  • Contratos de longo prazo: Geralmente firmados com fornecedores de material esportivo, como chuteiras e uniformes. O jogador atua como embaixador da marca, participando de campanhas globais que ganham destaque extra durante o Mundial.

  • Campanhas pontuais: Focadas especificamente na Copa do Mundo 2026. Marcas de bebidas, alimentos e eletrônicos aproveitam a alta exposição do torneio para associar sua imagem aos atletas da Seleção que estão em campo.

  • Licenciamento de imagem: Permite que empresas utilizem o nome e a imagem do atleta em produtos lançados para o evento, desde figurinhas e brinquedos até embalagens de alimentos. A remuneração é baseada em royalties sobre as vendas.

  • Publicações em redes sociais: Acordos mais flexíveis e de curto prazo, onde o jogador é pago para divulgar um produto ou serviço em seus perfis oficiais. É um dos formatos que mais cresceu nesta edição do torneio.

Com a Seleção Brasileira já classificada para a fase de mata-mata, a valorização dos atletas atingiu um novo patamar. Boas atuações nos jogos decisivos podem significar a assinatura de novos e mais lucrativos acordos comerciais antes mesmo do fim da competição.

No topo da pirâmide de faturamento estão os protagonistas da campanha de 2026. Em um degrau intermediário, encontram-se os titulares e atletas com carreira consolidada na Europa. Na base estão os jogadores mais jovens ou reservas, que, embora tenham ganhos menores, veem na convocação para esta Copa uma oportunidade única para elevar seu valor de mercado e atrair novos patrocinadores.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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