Brasil

As 5 cirurgias plásticas mais feitas no Brasil e os riscos de cada uma

Líder mundial no ranking, Brasil vê a busca pelo corpo ideal passar por procedimentos que exigem informação e cautela; conheça os mais comuns e seus perigos

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O Brasil se consolidou como líder mundial em cirurgias plásticas, segundo dados de 2024 da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). Esse volume expressivo de procedimentos acende um alerta sobre a importância de conhecer os riscos envolvidos e tomar decisões conscientes na busca por um ideal estético.

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A busca pela aparência desejada precisa ser acompanhada de informação e muita cautela. Escolher um profissional qualificado e um local com estrutura adequada é o primeiro passo, mas entender o que cada cirurgia implica é fundamental. Conheça os cinco procedimentos mais realizados no país e seus principais riscos.

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Lipoaspiração

A campeã de popularidade consiste na remoção de gordura localizada por meio de cânulas. Apesar de comum, os riscos são significativos e incluem perfuração de órgãos internos, embolia gordurosa (quando a gordura entra na corrente sanguínea), infecções graves e irregularidades permanentes na pele.

Mamoplastia de aumento

Conhecida como implante de silicone, a cirurgia visa aumentar ou restaurar o volume dos seios. As complicações podem envolver a contratura capsular, uma reação do corpo que endurece a região da prótese. Há também riscos de assimetrias, perda de sensibilidade e, em casos raros, a ruptura do implante.

Blefaroplastia

A cirurgia das pálpebras, procedimento estético mais realizado no mundo, corrige o excesso de pele e as bolsas de gordura ao redor dos olhos, buscando um rejuvenescimento do olhar. Embora pareça mais simples, pode resultar em dificuldade para fechar os olhos completamente, olho seco crônico, assimetrias e ectrópio, uma condição em que a pálpebra vira para fora.

Abdominoplastia

Este procedimento remove o excesso de pele e gordura do abdômen, além de restaurar a firmeza dos músculos da parede abdominal, sendo comum após a gravidez. Entre os perigos estão a trombose venosa profunda, necrose de tecido, formação de seromas (acúmulo de líquido) e cicatrizes de má qualidade.

Aumento de glúteos

Também conhecida como gluteoplastia, essa cirurgia visa aumentar o volume e remodelar o formato dos glúteos, seja com o uso de implantes de silicone ou com o enxerto de gordura do próprio paciente (lipoenxertia). Os riscos incluem infecções, assimetrias, rejeição ou deslocamento dos implantes, necrose do tecido gorduroso enxertado e complicações anestésicas.

Independentemente do procedimento, a segurança do paciente é a prioridade. É fundamental verificar se o cirurgião é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e se o hospital ou clínica possui a estrutura necessária para realizar o procedimento e atender a eventuais emergências.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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