Vitamina D: qual a importância e como saber se você precisa de suplemento
Essencial para a imunidade e saúde dos ossos, a falta de vitamina D é comum; um médico explica os sintomas, os exames e quando a suplementação é indicada
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A vitamina D se tornou um dos nutrientes mais comentados quando o assunto é saúde e imunidade. Essencial para o bom funcionamento do corpo, sua deficiência é um problema comum que afeta uma parcela significativa da população, muitas vezes de forma silenciosa. Entender seu papel e reconhecer os sinais de alerta é o primeiro passo para garantir níveis adequados.
Conhecida principalmente por sua função na absorção de cálcio e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um impacto muito mais amplo. Ela atua como um hormônio, regulando centenas de processos no organismo. Sua presença é fundamental para a resposta do sistema imunológico contra infecções, além de contribuir para a força muscular e até para o equilíbrio do humor.
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A principal fonte para a produção de vitamina D é a exposição da pele aos raios solares UVB. No entanto, o estilo de vida moderno, com mais tempo em ambientes fechados, e o uso de protetor solar podem limitar essa produção. Alimentos como peixes gordurosos, gema de ovo e laticínios fortificados também fornecem o nutriente, mas geralmente em quantidades insuficientes para suprir toda a necessidade diária.
É importante destacar que alguns grupos têm maior risco de desenvolver a deficiência, como idosos, pessoas com pele mais escura (que têm mais melanina, dificultando a produção da vitamina), obesos e indivíduos com condições que afetam a absorção de gorduras.
Sinais de que a vitamina D pode estar baixa
A falta de vitamina D nem sempre causa sintomas óbvios, o que dificulta o diagnóstico sem exames. Contudo, alguns sinais podem indicar que os níveis estão abaixo do ideal. Fique atento a:
Cansaço e fraqueza excessivos: sentir-se esgotado mesmo após uma boa noite de sono pode ser um indicativo.
Dores nos ossos e nas costas: a deficiência pode prejudicar a capacidade do corpo de absorver cálcio, levando a dores osséas.
Infecções recorrentes: um sistema imunológico enfraquecido pela falta do nutriente pode resultar em gripes e resfriados mais frequentes.
Alterações de humor: níveis baixos de vitamina D têm sido associados a quadros de desânimo e sintomas depressivos.
Fraqueza muscular: dores e perda de força nos músculos também podem estar relacionadas à carência do nutriente.
A única maneira de confirmar a deficiência é através de um exame de sangue que mede a concentração de 25-hidroxivitamina D. Embora valores acima de 30 ng/mL sejam frequentemente considerados adequados, apenas um médico pode interpretar o resultado corretamente e avaliar a necessidade de tratamento. Caso os níveis estejam baixos, ele poderá indicar a suplementação, ajustando a dose de acordo com o perfil de cada paciente.
A automedicação é arriscada, pois o excesso de vitamina D, conhecido como hipervitaminose, pode causar problemas renais e outros danos à saúde. Por isso, a orientação profissional é indispensável para definir a necessidade e a dosagem correta do suplemento.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.