Covid-19 ainda é um risco? O que diz o Ministério da Saúde hoje
Veja qual é a recomendação atual sobre vacinação, uso de máscaras e cuidados para evitar a doença, especialmente para os grupos de maior risco
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Apesar da melhora no cenário da pandemia, a Covid-19 continua sendo uma preocupação para as autoridades de saúde no Brasil. O Ministério da Saúde mantém o alerta sobre a circulação do vírus e reforça a necessidade de cuidados, especialmente para os grupos mais vulneráveis a complicações da doença.
Com a circulação de novas variantes, a principal mensagem do órgão é que a doença não deve ser tratada como um simples resfriado por todos. Segundo dados do Ministério da Saúde de abril de 2026, o país segue registrando casos e a vigilância permanece ativa. A estratégia de proteção, portanto, continua focada em medidas que já se provaram eficazes para reduzir o número de casos graves, internações e mortes.
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Vacinação: a principal recomendação
A principal estratégia para a proteção contra formas graves da doença continua sendo a vacinação. O Ministério da Saúde reforça a importância de manter o calendário vacinal atualizado, informando que a imunização está disponível gratuitamente durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
A dose de reforço com vacinas atualizadas contra as variantes em circulação é fortemente recomendada para os grupos prioritários. O esquema atual prevê que idosos a partir de 60 anos e imunocomprometidos recebam duas doses anuais, com intervalo de seis meses. Já para gestantes e puérperas, a recomendação é de uma dose a cada gestação. A imunização é a forma mais segura de evitar o agravamento da infecção e suas possíveis sequelas.
Máscaras e outros cuidados ainda são necessários?
O uso de máscaras não é mais obrigatório na maioria dos locais, mas a recomendação do Ministério da Saúde é que o item continue sendo utilizado em situações específicas para reduzir o risco de transmissão. A orientação é válida principalmente para:
pessoas com sintomas gripais, como tosse, espirros e coriza;
pacientes e acompanhantes em ambientes de saúde, como hospitais e clínicas;
pessoas com comorbidades ou idosos que frequentam locais fechados e com aglomeração.
Lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel permanecem como medidas eficazes e de baixo custo para evitar não apenas o coronavírus, mas também outros agentes infecciosos.
Os sintomas atuais da Covid-19 podem ser confundidos com os de um resfriado comum, incluindo coriza, tosse, dor de garganta, febre e dor no corpo. A orientação é que, ao apresentar esses sinais, a pessoa procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para realizar o teste. Caso o resultado seja positivo, a recomendação é manter o isolamento para evitar a disseminação do vírus.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.