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Como o Brasil colabora com a OMS? Entenda a parceria na saúde

O país é um membro importante da organização e atua em diversas frentes, da produção de vacinas ao combate a endemias; conheça o papel do Brasil na saúde global

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O Brasil tem um papel histórico na Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo um parceiro estratégico fundamental para a saúde global. A proposta para a criação do órgão, em 1945, partiu de uma iniciativa que contou com a participação do médico brasileiro Geraldo Horácio de Paula Souza. A colaboração, formalizada em 1948, vai muito além do alinhamento a diretrizes internacionais, envolvendo produção de vacinas, vigilância de doenças e formulação de políticas públicas que servem de modelo para outros países. A relevância brasileira também foi marcada pela liderança do médico Marcolino Candau, que dirigiu a OMS por 20 anos (1953-1973).

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A cooperação se manifesta de forma prática e contínua. O país atua como um polo de desenvolvimento e produção de imunizantes e medicamentos na América Latina, por meio de instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan. Essa capacidade industrial é vital para o fornecimento a programas globais e para a resposta rápida a emergências sanitárias na região.

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Além da produção, o Brasil compartilha sua vasta experiência em saúde pública. O modelo do Sistema Único de Saúde (SUS), com seus programas de atenção primária e campanhas de vacinação em massa, é frequentemente estudado e adaptado por outras nações. Essa troca de conhecimento técnico fortalece os sistemas de saúde em escala mundial.

Atuação em várias frentes

A parceria entre Brasil e OMS se desdobra em diversas áreas de atuação. Uma das mais importantes é a vigilância epidemiológica, especialmente no monitoramento de doenças tropicais como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Os dados coletados no território brasileiro são essenciais para que a OMS possa mapear riscos e emitir alertas globais.

O país também participa ativamente das discussões e da formulação de políticas na Assembleia Mundial da Saúde, o principal órgão decisório da OMS. Nesses fóruns, a delegação brasileira contribui em debates sobre temas cruciais, como o acesso universal a medicamentos, a regulamentação de produtos de tabaco e a preparação para futuras pandemias.

A colaboração se estende à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que funciona como o escritório regional da OMS para as Américas. Por meio da OPAS, o Brasil lidera e apoia iniciativas de combate a endemias e fortalecimento de sistemas de saúde em países vizinhos.

Contribuições financeiras e estratégicas

Como todos os 193 Estados-membros, o Brasil contribui financeiramente para o orçamento da OMS. O valor é calculado com base na riqueza e na população do país, garantindo o funcionamento da organização e o financiamento de projetos prioritários. Embora essas contribuições sejam um pilar para a saúde pública global, o país tem enfrentado questões relacionadas ao pagamento de suas cotas nos últimos anos.

Essa parceria de longa data garante que o Brasil tenha acesso a conhecimento técnico, tecnologias e recursos internacionais durante emergências sanitárias. A colaboração foi essencial, por exemplo, para a resposta à pandemia de Covid-19, facilitando a troca de informações e o acesso a diagnósticos e tratamentos.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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