O cemitério das gigantes: relembre varejistas que fecharam no Brasil
De Mappin a Mesbla, grandes nomes do varejo nacional não resistiram às crises e à concorrência; veja uma lista de marcas que deixaram saudades
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Notícias sobre as dificuldades enfrentadas por grandes redes de varejo acendem um alerta no setor e trazem à memória de muitos brasileiros outras gigantes que já dominaram ruas e shoppings, mas que hoje não existem mais. Marcas icônicas, que fizeram parte da vida de gerações, não resistiram a crises econômicas, mudanças de mercado e à forte concorrência, deixando um rastro de saudade.
Essas empresas marcaram época com seus slogans inesquecíveis, lojas imponentes e os famosos carnês de pagamento que permitiram a milhões de pessoas realizar sonhos de consumo. Relembrar esses nomes é fazer uma viagem no tempo a um modelo de comércio que se transformou completamente nas últimas décadas. Conheça algumas das varejistas que fecharam as portas no Brasil.
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Mappin: um verdadeiro ícone paulistano, o Mappin era mais do que uma loja de departamentos, era um ponto de encontro. Com seu famoso jingle, a empresa foi referência em compras por décadas. A má gestão financeira, no entanto, levou à sua falência em 1999, um fechamento que chocou o país e deixou uma legião de clientes órfãos.
Mesbla: com presença em todo o território nacional, a Mesbla era um império que vendia de tudo, desde roupas e brinquedos até eletrodomésticos e barcos. A companhia enfrentou um processo de endividamento severo nos anos 90 e, mesmo após tentativas de reestruturação, não conseguiu se recuperar e encerrou suas atividades em 1999.
Arapuã: quem não se lembra do slogan “Ligue, ligue!”? A Arapuã se popularizou pela venda a prazo, tornando-se uma das maiores varejistas de eletroeletrônicos do país. A empresa foi duramente atingida pela alta dos juros e pela instabilidade econômica, o que tornou seu modelo de crédito insustentável e a levou a encerrar suas operações no início dos anos 2000.
Ultralar: nascida como uma divisão da Ultragaz para facilitar a venda de fogões, a Ultralar cresceu e se tornou uma rede completa de eletrodomésticos. Foi uma das pioneiras do setor no Brasil, mas perdeu fôlego com o tempo e decretou falência no ano 2000.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.