Internacional

Funk no mundo: como o ritmo brasileiro popularizado por Anitta cresce

O funk brasileiro está ganhando cada vez mais espaço em festivais e paradas musicais internacionais; veja como o gênero está sendo recebido lá fora

Publicidade
Carregando...

O funk brasileiro, impulsionado nos últimos anos por artistas como Anitta, deixou de ser um fenômeno exclusivamente nacional para conquistar palcos e paradas de sucesso ao redor do mundo. O ritmo, nascido nas periferias do Rio de Janeiro, agora marca presença em grandes festivais de música e colaborações com estrelas internacionais, redefinindo sua imagem e alcance globalmente.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

A expansão está diretamente ligada à estratégia de carreira de Anitta, que investiu em músicas bilíngues e parcerias com nomes como J Balvin e Snoop Dogg. Sua apresentação no festival Coachella em 2022, nos Estados Unidos, funcionou como uma vitrine poderosa, apresentando a batida brasileira a um público diversificado e influente.

Leia Mais

Para o mercado estrangeiro, o funk muitas vezes chega misturado a outros ritmos populares, como o reggaeton e a música eletrônica. Essa fusão torna a sonoridade mais familiar e acessível, facilitando sua entrada em playlists e pistas de dança na Europa e na América do Norte. O ritmo contagiante é o principal atrativo, mesmo quando a barreira do idioma existe.

Apesar de Anitta ser o principal nome dessa expansão, outros artistas como Ludmilla e MC Ryan SP também começam a ganhar espaço. A crescente popularidade do gênero em plataformas como o TikTok, por meio de desafios de dança, ajuda a impulsionar novas músicas e talentos para além das fronteiras brasileiras de forma orgânica.

Onde o funk brasileiro está fazendo sucesso

  • Festivais internacionais: além do Coachella, o funk tem aparecido em line-ups de eventos na Europa, muitas vezes apresentado por DJs que incorporam o ritmo em seus sets.

  • Plataformas de streaming: playlists editoriais de serviços como Spotify e Apple Music passaram a incluir faixas de funk em seleções globais, expondo o gênero a milhões de novos ouvintes.

  • Colaborações artísticas: a busca por parcerias com funkeiros brasileiros por parte de artistas latinos e norte-americanos cresceu, validando o gênero no mercado.

  • Trilhas sonoras: músicas de funk também começaram a aparecer em filmes e séries internacionais, ampliando ainda mais seu alcance cultural.

    Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay