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Malha fina: os 5 erros mais comuns na declaração do Imposto de Renda

Cair na malha fina atrasa a restituição e pode gerar multas; saiba quais são as falhas mais frequentes e como evitá-las na sua declaração

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Cair na malha fina da Receita Federal é um dos maiores temores de quem declara o Imposto de Renda anualmente. O problema, que atrasa o recebimento da restituição e pode gerar multas, geralmente é causado por erros simples de preenchimento que poderiam ser facilmente evitados com um pouco mais de atenção.

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Quando a declaração de um contribuinte apresenta inconsistências, ela é separada para uma análise mais detalhada. Isso significa que a restituição, caso haja, fica bloqueada até que as pendências sejam resolvidas. O Fisco cruza os dados informados com diversas outras fontes, como empresas, bancos e hospitais, identificando qualquer tipo de divergência.

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Para ajudar a evitar essa dor de cabeça, listamos os cinco deslizes mais comuns que levam os contribuintes para a malha fina. Confira quais são e como não cometê-los.

1. Omitir rendimentos

Esquecer de informar todas as fontes de renda é um dos erros mais frequentes. Isso inclui salários de empregos anteriores, mesmo que por um curto período, aluguéis recebidos de imóveis, pensões alimentícias ou ganhos como autônomo. Todos os valores recebidos no ano-calendário devem ser declarados.

2. Informar despesas médicas incorretas

As despesas com saúde são uma das principais fontes de dedução, mas também de erros. É comum que o valor declarado pelo contribuinte seja diferente daquele informado pelo profissional ou pela clínica. Além disso, gastos com saúde ou compra de óculos, por exemplo, não são dedutíveis e, se incluídos, geram inconsistência.

3. Erros no cadastro de dependentes

Incluir um dependente de forma indevida ou, principalmente, esquecer de declarar os rendimentos dele é uma falha grave. Se um filho começou a estagiar, por exemplo, essa renda precisa constar na declaração do titular. Outro ponto de atenção é declarar o mesmo dependente em duas declarações diferentes, como a do pai e a da mãe.

4. Digitação de valores e números

Um simples erro de digitação pode custar caro. Inverter um número no CNPJ da fonte pagadora, errar o CPF de um dependente ou colocar uma vírgula no lugar errado ao digitar um valor são falhas que levam a declaração direto para a análise da Receita. A revisão cuidadosa de todos os campos é fundamental.

5. Não declarar saldos bancários e bens

Muitos contribuintes se esquecem de informar saldos em contas correntes, poupanças e outros investimentos. A posse de veículos, imóveis e aplicações financeiras, como ações, deve ser detalhada na ficha de “Bens e Direitos”, com seus valores de aquisição.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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