Mercado de games no Brasil vai crescer em 2026; veja as tendências
O setor de e-sports e games não para de expandir; conheça as projeções de faturamento e as novas áreas que prometem bombar nos próximos meses
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O sucesso de torneios como o CBLOL, o campeonato brasileiro de League of Legends, é apenas a ponta do iceberg de um setor em plena expansão. O mercado de games no Brasil está a caminho de atingir a receita recorde até 2026, impulsionado por novas tecnologias, pela popularização dos e-sports e pela entrada de um público cada vez mais diversificado. De acordo com projeções da consultoria PwC, a expectativa é que o faturamento atinja cerca de US$ 2,8 bilhões.
Este crescimento robusto é sustentado por uma base sólida de mais de 100 milhões de jogadores em todo o país, segundo dados consolidados pela Pesquisa Game Brasil (PGB). O aumento do acesso a smartphones e à internet de alta velocidade transformou o celular na principal plataforma de jogos para a maioria dos brasileiros, democratizando o acesso ao entretenimento digital.
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Atualmente, os jogos mobile já respondem por mais da metade de todo o faturamento do setor. Em seguida, vêm os consoles e os computadores (PC), que continuam a ter um público fiel e disposto a investir em equipamentos e títulos de alta qualidade. Essa dinâmica mostra um mercado maduro e com diferentes nichos de consumo.
Principais tendências para o mercado de games
Para os próximos meses, algumas áreas devem se destacar e impulsionar ainda mais os números do setor. A consolidação dessas tendências é o que garante as projeções otimistas para o futuro próximo e transforma o Brasil em um campo fértil para investimentos e inovações.
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E-sports em alta: o cenário competitivo deixou de ser um nicho para se tornar um espetáculo de massa. Grandes marcas, patrocínios milionários e arenas lotadas mostram a força dos esportes eletrônicos, que atraem tanto jogadores quanto uma legião de espectadores.
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Jogos na nuvem (Cloud Gaming): a tecnologia que permite jogar títulos de ponta em dispositivos simples, via streaming, está ganhando tração no Brasil. Com a expansão de serviços como o Xbox Cloud Gaming e o GeForce NOW, mais pessoas podem acessar games de alta performance sem precisar de um console ou PC caro.
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Jogos como serviço (GaaS): o modelo de negócio focado em manter o jogador engajado por mais tempo com atualizações constantes, passes de batalha e conteúdo novo veio para ficar. Títulos como "Fortnite" e "League of Legends" são exemplos de como essa estratégia gera receita contínua.
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Realidade Aumentada e Virtual: embora ainda em um estágio inicial de adoção em massa, as tecnologias de AR e VR prometem criar experiências mais imersivas. O desenvolvimento de hardware mais acessível deve acelerar a popularidade desses formatos.
A combinação desses fatores, somada à profissionalização de desenvolvedores e equipes de e-sports, consolida o Brasil como um dos mercados mais promissores e estratégicos no cenário global de jogos eletrônicos.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.