Brasil

Reforma tributária: entenda em 5 pontos o que pode mudar na sua vida

A proposta que avança no Congresso promete simplificar impostos; saiba como ela pode impactar o preço dos produtos, serviços e o seu bolso

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A reforma tributária, uma das mudanças mais significativas na economia brasileira, já começou a sair do papel. Desde janeiro de 2026, o país vive uma fase de transição para o novo sistema, que promete simplificar a cobrança de impostos sobre produtos e serviços. O objetivo é unificar tributos e acabar com a complexidade atual, mas, na prática, a mudança vai impactar desde o preço do pão na padaria até a mensalidade da academia.

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A implementação é gradual, estendendo-se por vários anos para permitir a adaptação de empresas e consumidores. Para entender melhor o que está em jogo e como as novas regras afetam o seu bolso, separamos cinco pontos essenciais da reforma.

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O que muda com a reforma tributária

1. Fim de cinco impostos e criação do IVA

A principal mudança é a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) no modelo dual. Ele será dividido em dois: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), gerenciada pelo governo federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), administrado por estados e municípios. Juntos, eles substituem cinco tributos atuais: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. A ideia é acabar com a complexidade e a cobrança em cascata, quando um imposto incide sobre outro.

2. Cashback para famílias de baixa renda

Para reduzir o peso dos impostos sobre o consumo para os mais pobres, a reforma prevê um sistema de cashback. Famílias de baixa renda receberão de volta parte do imposto pago em produtos e serviços, especialmente em itens essenciais como gás de cozinha e contas de luz. O valor será devolvido diretamente ao consumidor, garantindo que o benefício chegue a quem realmente precisa.

3. O "imposto do pecado"

Será criado um Imposto Seletivo, apelidado de "imposto do pecado", que incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A lista inclui cigarros, bebidas alcoólicas e, possivelmente, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados. O objetivo é desestimular o consumo desses itens por meio de um preço final mais alto.

4. Preços de serviços podem subir

O setor de serviços, que hoje paga impostos menores (como o ISS, com alíquotas entre 2% e 5%), deve sentir o maior impacto. Com a unificação em uma alíquota única de IVA, estimada em torno de 27%, o custo tributário para muitas empresas de serviços aumentará. Isso pode se refletir em mensalidades mais caras de escolas, academias, planos de saúde e serviços de streaming.

5. Cesta básica com imposto zero

Para proteger a alimentação básica dos brasileiros, a proposta prevê alíquota zero para uma cesta de produtos essenciais. A lista exata dos itens ainda será definida por uma lei complementar, mas a medida visa garantir que alimentos fundamentais não fiquem mais caros com o novo sistema. Alguns setores, como educação e saúde, também terão regimes tributários diferenciados para evitar um aumento excessivo de preços.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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