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Gripe ou resfriado? Saiba a diferença e quando a vacina é indicada

Os sintomas são parecidos, mas as doenças são diferentes; entenda as particularidades de cada uma e por que a vacina da gripe é tão importante

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Com o início da campanha nacional de vacinação contra a gripe, que segue até 30 de maio de 2026, a confusão entre os sintomas da doença e os de um resfriado comum volta a ser uma dúvida frequente. Embora parecidas, as duas condições são causadas por vírus diferentes e apresentam intensidades distintas, o que torna a identificação correta fundamental para o tratamento adequado e a prevenção.

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O resfriado é geralmente mais leve. Seus sintomas mais comuns são coriza, nariz entupido, espirros e dor de garganta. A febre, quando ocorre, costuma ser baixa. Causado por diversos tipos de vírus, como o rinovírus, o quadro tende a durar poucos dias e raramente leva a complicações mais sérias.

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Já a gripe, provocada pelo vírus Influenza, tem um início súbito e bem mais intenso. Os sinais incluem febre alta, acima de 38°C, dores musculares por todo o corpo, dor de cabeça e um cansaço extremo. A tosse seca também é uma característica marcante. A principal preocupação com a gripe é seu potencial para evoluir para quadros graves, como a pneumonia, exigindo hospitalização.

Quando a vacina é indicada?

A vacina oferecida anualmente na rede pública de saúde protege exclusivamente contra o vírus Influenza, causador da gripe. Isso significa que ela não impede resfriados, mas é a ferramenta mais eficaz para evitar as formas graves da doença, reduzindo o risco de internações e óbitos decorrentes de suas complicações. Estudos indicam que a imunização pode diminuir entre 60% e 70% dos casos graves.

A composição do imunizante, que no SUS é trivalente (protegendo contra H1N1, H3N2 e um tipo de Influenza B), é atualizada todos os anos para combater as cepas que mais circularam no último período, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Como a proteção conferida pela vacina dura de seis a 12 meses, a imunização deve ser feita anualmente.

A campanha prioriza grupos de maior risco, como idosos, crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas, profissionais da saúde, professores e pessoas com comorbidades ou doenças crônicas, entre outros. A imunização é a melhor forma de proteger não apenas a si mesmo, mas também a comunidade, diminuindo a circulação do vírus Influenza, especialmente antes da chegada do inverno, período de maior incidência de doenças respiratórias.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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