5 investimentos de baixo risco que também são protegidos pelo FGC
Para quem busca segurança, há opções que vão além da poupança e contam com a mesma garantia; conheça alternativas para diversificar sua carteira
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A busca por segurança nos investimentos leva muitos brasileiros a considerarem a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Essa garantia, conhecida por cobrir a caderneta de poupança, também se estende a outras aplicações de renda fixa, oferecendo alternativas para quem deseja diversificar a carteira sem abrir mão da tranquilidade.
Em momentos de maior atenção ao sistema financeiro, entender quais ativos contam com essa proteção se torna fundamental. O FGC funciona como um seguro que devolve ao investidor até um determinado limite caso a instituição financeira onde o dinheiro está aplicado venha a quebrar.
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Como funciona a garantia do FGC?
O FGC é uma entidade privada que protege o dinheiro de correntistas e investidores em caso de problemas com uma instituição, como uma intervenção ou liquidação. A cobertura é de até R$ 250 mil por CPF e por instituição, ou conglomerado financeiro.
Há também um teto global de R$ 1 milhão, que se renova a cada período de quatro anos, para garantias pagas a um mesmo CPF. Isso significa que, se um investidor tiver valores em diferentes bancos e todos quebrarem, ele poderá receber no máximo R$ 1 milhão do fundo nesse intervalo de tempo.
5 opções de investimento com proteção do FGC
Para quem busca segurança, existem diversas opções de renda fixa que vão além da poupança e oferecem a mesma camada de proteção. Conheça cinco delas:
1. Certificado de Depósito Bancário (CDB)
Emitidos por bancos para captar recursos, os CDBs são uma das opções mais populares. Funcionam como um empréstimo que o investidor faz à instituição em troca de juros. Existem modalidades prefixadas, com taxa definida na aplicação, e pós-fixadas, geralmente atreladas ao CDI.
2. Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA)
Esses títulos financiam, respectivamente, os setores imobiliário e do agronegócio. Seu principal atrativo é a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que pode aumentar a rentabilidade líquida da aplicação em comparação com outros ativos.
3. Letra de Câmbio (LC)
Apesar do nome, não tem relação com moedas estrangeiras. As LCs são emitidas por financeiras, conhecidas como "bancos de crédito", e funcionam de forma semelhante aos CDBs, servindo para captar recursos para essas instituições financiarem suas atividades.
4. Recibo de Depósito Bancário (RDB)
Muito parecido com o CDB, o RDB também é um depósito a prazo com remuneração definida na contratação. A principal diferença é que o RDB é intransferível e inegociável, ou seja, não pode ser vendido a outro investidor antes do vencimento.
5. Depósitos em conta-corrente ou poupança
Tanto o saldo parado na conta-corrente quanto os valores aplicados na caderneta de poupança contam com a proteção do FGC. Embora a rentabilidade da poupança seja geralmente menor, a garantia é um fator que continua atraindo muitos brasileiros.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.