Internacional

Por que a China está construindo megacidades 'verdes' do zero?

O país asiático investe bilhões em cidades planejadas com foco em sustentabilidade e tecnologia; conheça os projetos e a visão de futuro por trás deles

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A China está investindo bilhões de dólares para construir, do zero, cidades planejadas com características futuristas. Com edifícios cobertos por plantas, transporte autônomo e energia 100% renovável, esses projetos ambiciosos são uma das principais apostas do país para combater a poluição e liderar a transição global para um futuro mais sustentável. A iniciativa faz parte do plano nacional para atingir a neutralidade de carbono até 2060.

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Mais do que simples conjuntos habitacionais, essas megacidades são laboratórios urbanos em escala real. Projetadas para serem autossuficientes, elas integram tecnologia de ponta com princípios ecológicos. O objetivo é criar espaços onde a vida urbana e a natureza coexistam em harmonia, resolvendo problemas crônicos das metrópoles atuais, como congestionamentos, poluição do ar e escassez de recursos.

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Como funcionam as cidades verdes?

O conceito por trás dessas cidades futuristas se baseia em alguns pilares centrais. A arquitetura, por exemplo, é projetada para funcionar como uma “floresta vertical”. Prédios residenciais e comerciais são cobertos por milhares de árvores e plantas, que ajudam a filtrar o ar, reduzir a temperatura ambiente e absorver dióxido de carbono.

A energia é gerada localmente a partir de fontes limpas, como painéis solares instalados nos telhados e turbinas eólicas. A mobilidade urbana prioriza veículos elétricos e autônomos, além de uma extensa rede de transporte público de alta eficiência para eliminar a dependência de carros particulares. A gestão de resíduos e o reuso da água também são integrados ao sistema da cidade desde a sua concepção.

Um dos projetos mais conhecidos é a Liuzhou Forest City. Embora sua conclusão estivesse inicialmente prevista para 2020, o projeto segue em fase de implementação. Quando finalizado, deverá abrigar cerca de 30 mil pessoas, e a expectativa é que sua vegetação absorva anualmente quase 10 mil toneladas de CO? e produza 900 toneladas de oxigênio.

Visão de futuro e liderança global

Ao investir em cidades sustentáveis, a China não busca apenas resolver seus próprios desafios ambientais. O país quer se posicionar como um líder mundial em tecnologia verde e planejamento urbano inovador. Esses projetos funcionam como uma vitrine de soluções que podem ser exportadas para outras nações que enfrentam problemas semelhantes de urbanização acelerada.

Outro exemplo emblemático é a Xiong'an New Area, planejada para ser uma metrópole de alta tecnologia e baixo carbono para aliviar a pressão populacional sobre Pequim. A construção dessas cidades, apesar dos desafios e dos prazos estendidos em alguns casos, representa um passo ousado, mostrando que é possível repensar o modelo de desenvolvimento urbano para um futuro mais equilibrado e resiliente.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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