Internacional

Como a sexta-feira 13 é vista em outras culturas ao redor do mundo?

Nem todo lugar teme o número 13; conheça as diferentes superstições e os dias considerados de 'azar' em países como Itália, Espanha e China

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A chegada de uma sexta-feira 13 costuma despertar um misto de cautela e brincadeiras em parte do mundo ocidental. No entanto, o temor associado a essa data está longe de ser uma unanimidade global, já que diferentes culturas possuem suas próprias superstições, com dias e números que carregam o estigma do azar.

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Enquanto no Brasil e em países de língua inglesa a sexta-feira é o foco, em nações como Espanha, Grécia e diversos pontos da América Latina, a data a ser evitada é a terça-feira 13. A origem da crença está ligada a Marte, o deus romano da guerra, que dá nome ao dia da semana em espanhol (“martes”). Um antigo provérbio resume o sentimento: “En martes, ni te cases ni te embarques” (Na terça, não se case nem embarque).

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Itália e o temor pela sexta-feira 17

Na Itália, o número do azar não é o 13, mas sim o 17. A má fama vem do Império Romano, quando o número era escrito em algarismos como XVII. Com a reorganização das letras, é possível formar a palavra “VIXI”, que em latim significa “eu vivi”. A expressão era comumente gravada em túmulos, associando o número à morte.

Por essa razão, a sexta-feira 17 é vista com desconfiança pelos italianos. Em contrapartida, o número 13 é considerado um símbolo de sorte no país, muitas vezes ligado à prosperidade e a bons presságios.

O número 4 na Ásia

Em muitas culturas do Leste Asiático, como na China, Japão e Coreia, o grande vilão é o número 4. A superstição, conhecida como tetrafobia, tem uma base fonética: a pronúncia do número quatro (“sì”, em mandarim) é muito semelhante à da palavra “morte” (“s?”).

Essa crença é tão forte que impacta a vida cotidiana. É comum que edifícios pulem o quarto andar em seus elevadores, passando diretamente do terceiro para o quinto. Muitas pessoas também evitam o número 4 em placas de carro ou números de telefone.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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