Turismo

Viajar para o Oriente Médio agora: guerra ativa requer cautela

Guerra entre EUA, Israel e Irã desde fevereiro afeta turismo; veja recomendações do Itamaraty para cada destino da região

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A guerra ativa no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro de 2026, eleva ao máximo o alerta para turistas com viagens marcadas para a região. O conflito, que envolve ataques diretos entre Estados Unidos, Israel e Irã, alterou drasticamente o cenário de segurança, com fechamento de espaços aéreos, bombardeios e evacuações em andamento, impactando diretamente países como Egito, Jordânia, Turquia e Líbano.

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O conflito teve início com uma ofensiva conjunta de EUA e Israel contra o Irã, que incluiu alvos em território iraniano. A resposta iraniana incluiu o fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota vital para o comércio global de petróleo, e ataques a bases americanas na região, gerando uma crise geopolítica de grandes proporções. Diante deste cenário, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Itamaraty, emitiu alertas críticos para viajantes.

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Qual a situação em cada país?

As condições de segurança foram severamente afetadas em toda a região, inclusive em destinos turísticos tradicionais.

Egito
Embora os principais pontos turísticos como Cairo, Luxor e os resorts do Mar Vermelho estejam geograficamente distantes dos ataques diretos, o país está em estado de alerta máximo. O Itamaraty, que já desaconselhava viagens não essenciais para a província do Sinai do Norte, reforçou a recomendação de cautela extrema para qualquer viagem ao país.

Jordânia
A Jordânia fechou seu espaço aéreo diversas vezes desde o início da guerra e, por fazer fronteira direta com Israel, o risco é elevado. O Itamaraty recomenda adiar todas as viagens não essenciais ao país. Embora destinos como Petra e Wadi Rum permaneçam tecnicamente abertos, a instabilidade pode levar a fechamentos súbitos e manifestações políticas intensas.

Turquia
Apesar de estar geograficamente mais distante do epicentro do conflito, a Turquia está diretamente envolvida, tendo interceptado mísseis iranianos. A situação exige cautela, especialmente em grandes centros urbanos como Istambul. As áreas turísticas operam, mas o governo brasileiro aconselha evitar as fronteiras com Síria e Iraque e monitorar constantemente os alertas de segurança.

Líbano
A situação no Líbano é crítica. A capital, Beirute, um importante destino turístico, está sob bombardeios israelenses. O Itamaraty desaconselha veementemente qualquer viagem ao país e orienta os brasileiros que estão na região a buscarem meios seguros para sair imediatamente.

Recomendações para quem vai viajar

Diante da gravidade da situação, as medidas de segurança devem ser prioridade absoluta:

  • Adie viagens não essenciais: A principal recomendação é postergar qualquer viagem de turismo para a região até que a situação se estabilize.

  • Monitore alertas de embaixadas: Acompanhe diariamente os comunicados do Itamaraty e de outras embaixadas. Vários países iniciaram a evacuação de seus cidadãos.

  • Verifique seu seguro de viagem: A maioria das apólices padrão não cobre eventos de guerra. Certifique-se de que sua cobertura é válida para zonas de conflito.

  • Cadastre-se no Sistema Consular Brasileiro: Se a viagem for inevitável, registre seus dados no Itamaraty para que a embaixada possa contatá-lo em caso de emergência.

  • Tenha um plano de evacuação: Pesquise rotas de saída do país e mantenha contato com sua embaixada para obter informações sobre voos de repatriação.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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