Roteiro de arquitetura em Brasília: um tour pelas obras-primas da capital
Nem só de prédios do poder vive a cidade; conheça um roteiro com joias da arquitetura moderna de Niemeyer, Lucio Costa, Athos Bulcão e Burle Marx
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Brasília é muito mais que o centro do poder político do Brasil. A cidade, planejada do zero por Lucio Costa e com as linhas icônicas de Oscar Niemeyer, é um verdadeiro museu a céu aberto. Percorrer suas avenidas é uma imersão na arquitetura moderna, com obras que se tornaram marcos mundiais e fizeram da capital um Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1987.
Para quem quer explorar essa faceta da capital, um roteiro focado em suas principais joias arquitetônicas é a melhor pedida. O tour revela não apenas prédios governamentais, mas também espaços de fé, cultura e convivência que definem a identidade brasiliense.
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Um tour pelas obras que definem a capital
Praça dos Três Poderes: o coração do plano piloto é o ponto de partida ideal. Aqui, a harmonia entre o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal mostra a genialidade do projeto. As linhas retas e curvas dialogam em um espaço amplo e monumental, pensado para simbolizar o equilíbrio entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Catedral Metropolitana: a poucos minutos da praça, a obra de Niemeyer se destaca pela estrutura de concreto que se eleva aos céus. Seus 16 pilares curvos representam mãos em prece ou a coroa de espinhos de Cristo. No interior, os vitrais de Marianne Peretti criam uma atmosfera única de luz e cor.
Palácio Itamaraty: considerado por muitos a obra-prima de Niemeyer, o edifício-sede do Ministério das Relações Exteriores impressiona pelos arcos da fachada, que parecem flutuar sobre o espelho d'água. O projeto paisagístico de Roberto Burle Marx complementa a construção com jardins que são uma atração à parte.
Igrejinha Nossa Senhora de Fátima: localizada na Asa Sul, a capela foi o primeiro templo em alvenaria de Brasília, inaugurado em 1958, antes mesmo da fundação oficial da cidade. Seu projeto simples, com um telhado que lembra um chapéu de freira, é adornado pelos famosos painéis de azulejos de Athos Bulcão, outro grande nome da identidade visual da cidade.
Santuário Dom Bosco: diferente das curvas de Niemeyer, este templo aposta em linhas retas e em uma experiência imersiva. Suas paredes são formadas por 12 tonalidades de vitrais azuis, que representam o céu estrelado de Brasília, criando um ambiente de profunda serenidade e beleza.
Ponte JK: cruzando o Lago Paranoá, a ponte é um exemplo da arquitetura mais contemporânea da cidade. Seus três arcos de aço assimétricos, que saltam sobre as pistas, renderam-lhe prêmios internacionais e a transformaram em um dos cartões-postais mais recentes e fotografados da capital federal.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.