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'Receita Federal': 5 dicas para não cair em golpes usando o nome do órgão

Criminosos se aproveitam da autoridade da instituição para aplicar fraudes; veja como identificar e-mails e mensagens falsas e proteger seus dados

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Criminosos estão se aproveitando da autoridade da Receita Federal para aplicar uma nova onda de golpes em todo o país. Usando e-mails, SMS e mensagens em aplicativos, eles tentam roubar dados pessoais e financeiros de contribuintes. Para dar mais credibilidade à fraude, os golpistas frequentemente utilizam dados reais da vítima, como nome e CPF. As fraudes geralmente envolvem falsas notificações sobre irregularidades cadastrais, débitos fiscais inexistentes ou promessas de liberação de valores da restituição do Imposto de Renda.

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As mensagens fraudulentas costumam ter um tom de urgência, induzindo a vítima a clicar em links maliciosos ou a baixar arquivos infectados. Para evitar prejuízos, é fundamental saber identificar as táticas usadas pelos golpistas e conhecer os canais de comunicação oficiais do órgão. A atenção aos detalhes pode impedir que você se torne a próxima vítima.

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5 dicas para se proteger de fraudes

  1. Ignore comunicações não solicitadas
    A Receita Federal não envia e-mails ou mensagens para solicitar a correção de dados cadastrais, apresentar divergências ou pedir informações pessoais. Toda comunicação oficial é realizada por meio do Portal e-CAC, que exige acesso seguro com login e senha, ou por meio de correspondência oficial enviada pelos Correios.

  2. Verifique o remetente e os links
    Antes de clicar em qualquer link, verifique o endereço de e-mail. Domínios oficiais da Receita terminam com "@rfb.gov.br". Desconfie de remetentes com endereços genéricos (como @gmail.com) ou com nomes que imitam o oficial. Para verificar um link, posicione o cursor do mouse sobre ele, sem clicar, para visualizar o endereço real de destino.

  3. Jamais forneça dados pessoais
    O órgão nunca solicita senhas de banco, números de cartão de crédito, CPF ou outros dados sensíveis por e-mail ou telefone. Essas informações só devem ser inseridas no ambiente seguro do site oficial, após você ter digitado o endereço diretamente no seu navegador de internet.

  4. Cuidado com anexos e downloads
    Golpistas frequentemente enviam arquivos anexos que, ao serem abertos, instalam programas maliciosos no computador ou celular. Esses programas podem roubar senhas e dados bancários. Nunca baixe executáveis (.exe), documentos ou planilhas de fontes desconhecidas que se passem pela Receita.

  5. Use sempre os canais oficiais
    Se receber uma mensagem suspeita e ficar em dúvida, a melhor atitude é não interagir com o conteúdo. Acesse o site oficial da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) ou o Portal e-CAC digitando o endereço diretamente no navegador. Lá, você pode consultar de forma segura se existe alguma pendência real em seu nome.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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