Economia

Imposto de Renda 2026: 7 erros comuns que podem te levar à malha fina

Regras oficiais sairão em março; veja um guia com as falhas mais frequentes e aprenda como evitá-las

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A temporada de declaração do Imposto de Renda 2026 se aproxima e, com ela, a preocupação de milhares de contribuintes em preencher tudo corretamente. As regras oficiais e o prazo exato serão anunciados pela Receita Federal na primeira quinzena de março, mas a expectativa é que o período de entrega comece em meados de março e termine no final de maio. Um pequeno deslize pode ser suficiente para levar a declaração à malha fina da Receita Federal, gerando dores de cabeça e possíveis multas. Evitar esse cenário, no entanto, é mais simples do que parece.

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Conhecer os equívocos mais comuns é o primeiro passo para garantir uma declaração tranquila. A maioria dos problemas ocorre por desatenção ou desconhecimento de regras específicas que se mantêm estáveis ao longo dos anos. Estar atento aos detalhes faz toda a diferença para ficar em dia com o Fisco.

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Vale lembrar que as mudanças aprovadas em 2025, incluindo a isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil, só terão efeito na declaração de 2027. A declaração de 2026 refere-se ao ano-base 2025 e seguirá regras similares às do ano anterior.

Os 7 erros mais comuns no Imposto de Renda

Para ajudar nessa tarefa, listamos as falhas mais frequentes que podem reter sua declaração. Fique de olho e revise cada um desses pontos antes de enviar o documento.

  1. Omitir fontes de renda: todos os rendimentos tributáveis do ano anterior devem ser informados. Isso inclui salários, aluguéis, pensões, trabalhos como autônomo e até mesmo valores recebidos em ações judiciais. A Receita Federal cruza informações de diversas fontes, como empresas e instituições financeiras, o que torna fácil identificar essa omissão.

  2. Informar despesas médicas incorretas: gastos com saúde são dedutíveis, mas é preciso ter atenção. Despesas com procedimentos estéticos, por exemplo, não podem ser abatidas. É fundamental guardar todos os comprovantes e informar corretamente o CNPJ ou CPF do profissional ou da clínica que prestou o serviço.

  3. Declarar dependentes de forma errada: um erro clássico é incluir um dependente que já possui renda própria acima do limite de isenção estabelecido pela Receita. Outra falha comum é esquecer de declarar os rendimentos desse dependente, mesmo que sejam baixos, como de um estágio ou pensão alimentícia.

  4. Não declarar o recebimento de aluguéis: proprietários de imóveis que recebem aluguel precisam declarar esses valores. A imobiliária ou o inquilino (caso declare) também informam esses pagamentos à Receita, o que facilita o cruzamento de dados e a identificação de quem omitiu o rendimento.

  5. Confundir os planos de previdência PGBL e VGBL: a diferença é crucial. As contribuições feitas a um plano PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) podem ser deduzidas da base de cálculo do imposto, até o limite de 12% da renda bruta anual. Já os aportes em um VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não são dedutíveis.

  6. Esquecer a variação patrimonial: a venda de um bem, como um carro ou imóvel, com lucro, gera um ganho de capital que precisa ser declarado. Muitos contribuintes se esquecem de apurar e pagar o imposto sobre esse ganho, o que é um motivo frequente para cair na malha fina.

  7. Erros de digitação: por fim, o erro mais simples e um dos mais comuns. Digitar um número errado, inverter uma vírgula ou adicionar um zero a mais pode alterar completamente o resultado da sua declaração. A recomendação é sempre revisar todos os valores com calma antes de finalizar o envio.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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