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Tratamentos com células-tronco: a esperança para lesões medulares

A ciência avança na busca por novas terapias para lesões na medula; entenda em que pé estão as pesquisas que podem ajudar pessoas como Laís Souza

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A busca por tratamentos eficazes para lesões na medula espinhal, como a que marcou a trajetória da ex-atleta Laís Souza, ganha novo fôlego com os avanços em terapias com células-tronco. Pesquisas ao redor do mundo exploram o potencial dessas células para reparar danos neurais e restaurar funções, oferecendo uma esperança concreta para milhares de pessoas.

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Esses tratamentos, ainda em fase experimental, representam uma das fronteiras mais promissoras da medicina regenerativa. O objetivo é usar a capacidade única das células-tronco de se transformarem em outros tipos de células para reconstruir o tecido nervoso danificado após um trauma.

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Como funciona a terapia celular?

As células-tronco são células mestras do corpo. Elas têm a incrível capacidade de se diferenciar em diversos tipos celulares especializados, como neurônios ou células de suporte do sistema nervoso. A ideia por trás da terapia é injetar essas células na área da lesão medular para que elas atuem de diferentes formas.

Uma vez no local, elas podem substituir as células nervosas que morreram, liberar substâncias que diminuem a inflamação e protegem as células sobreviventes, ou ainda criar um ambiente favorável para que o próprio corpo inicie um processo de reparo. Basicamente, a terapia busca dar ao sistema nervoso as ferramentas necessárias para se regenerar.

Quais os avanços e desafios atuais?

Atualmente, diversos ensaios clínicos estão em andamento globalmente, inclusive no Brasil. Alguns estudos já relataram resultados positivos, com pacientes apresentando melhora parcial na sensibilidade ou em funções motoras. Contudo, os resultados ainda são variados e o caminho para um tratamento padronizado é longo.

Os principais desafios para os cientistas são garantir a segurança do procedimento, controlar com precisão em que tipo de célula a célula-tronco se transformará e assegurar que as novas células se integrem corretamente à complexa rede neural. Fatores como a janela terapêutica — o tempo ideal para aplicar o tratamento após a lesão — também são cruciais e continuam em estudo. As fontes de células mais pesquisadas vêm da medula óssea, do tecido adiposo e do cordão umbilical.

Embora a cura definitiva para a lesão medular ainda não seja uma realidade, cada avanço na pesquisa com células-tronco representa um passo importante. O progresso contínuo reforça a expectativa de que, no futuro, a regeneração da medula espinhal deixe de ser apenas uma possibilidade para se tornar um tratamento acessível e eficaz.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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