Bem Viver

Estresse, dieta ou genética: o que mais causa infarto em jovens hoje

Conheça os principais fatores de risco para a saúde do coração em pessoas com menos de 40 anos e veja dicas de prevenção

Publicidade
Carregando...

A morte súbita do influenciador digital Henrique Maderite por infarto, aos 50 anos, serviu como um forte alerta sobre a saúde do coração. Embora seu caso não se enquadre na faixa etária abaixo dos 40 anos, ele levanta uma questão crucial que preocupa especialistas: o que está por trás do aumento de eventos cardíacos em uma população cada vez mais jovem?

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

Embora a genética desempenhe um papel importante, o estilo de vida moderno se tornou o principal gatilho. A combinação de estresse crônico, má alimentação e sedentarismo cria um ambiente propício para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares precoces. Não se trata de um único vilão, mas da soma de vários hábitos ruins.

Leia Mais

O estresse contínuo, por exemplo, eleva os níveis de cortisol no corpo, o que pode aumentar a pressão arterial e os processos inflamatórios nas artérias. Com o tempo, essa condição favorece a formação de placas de gordura, que podem se romper e causar um infarto.

A dieta também é um fator determinante. O consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares, acelera o processo de aterosclerose, que é o endurecimento e o entupimento das artérias. Muitos jovens negligenciam o impacto de uma alimentação desregrada, acreditando que o metabolismo rápido os protege, o que não é verdade.

Como reduzir os riscos e cuidar do coração

A prevenção é o caminho mais eficaz e começa com mudanças simples no dia a dia. Adotar hábitos saudáveis desde cedo pode diminuir drasticamente a probabilidade de um evento cardíaco no futuro. As principais recomendações incluem:

  • Faça check-ups regulares: mesmo sem sintomas, é fundamental monitorar anualmente os níveis de colesterol, glicose e a pressão arterial. Isso permite identificar alterações silenciosas antes que se tornem um problema grave.

  • Priorize comida de verdade: baseie sua alimentação em frutas, legumes, verduras, grãos integrais e proteínas magras. Reduza o consumo de fast-food, refrigerantes, doces e produtos industrializados.

  • Movimente o corpo: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana. Caminhadas, corridas, natação ou qualquer exercício que eleve a frequência cardíaca já traz benefícios.

  • Gerencie o estresse: encontre válvulas de escape saudáveis para a tensão diária. Praticar meditação, ioga, ter um hobby ou simplesmente reservar um tempo para relaxar ajuda a equilibrar os hormônios e proteger o coração.

  • Conheça seu histórico familiar: saber se há casos de doenças cardíacas precoces na família é importante. Essa informação deve ser compartilhada com um médico para que um plano de prevenção mais específico seja traçado.

    Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Tópicos relacionados:

infarto problemas-cardiacos

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay