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Onde pedir ajuda? Conheça a rede de apoio a mulheres vítimas de violência

Além do 180, existem casas de acolhimento, centros de referência e ONGs que oferecem suporte; veja onde encontrar auxílio jurídico, psicológico e social

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A violência contra a mulher é uma realidade que exige uma rede de apoio forte e acessível. O canal mais conhecido é a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, serviço que em 2025 completou 20 anos de atuação. Gratuito, sigiloso e disponível 24 horas, o atendimento pode ser feito por telefone (disque 180), pelo WhatsApp no número (61) 9610-0180, e oferece suporte em inglês, espanhol e Libras. Além dele, existe uma estrutura completa com serviços que oferecem desde acolhimento seguro até assistência jurídica e psicológica em todo o país. Conhecer esses canais é o primeiro passo para romper o ciclo de agressão e encontrar um caminho para a reconstrução.

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Esses serviços são projetados para oferecer um atendimento humanizado e especializado, entendendo a complexidade de cada situação. A busca por ajuda pode partir da própria vítima ou de qualquer pessoa que tenha conhecimento de um caso de violência. O sigilo e a segurança da mulher são prioridades em todos os pontos da rede de atendimento.

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Atendimento especializado

As Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) são unidades da Polícia Civil com equipes preparadas para o acolhimento de vítimas de violência. Nesses locais, é possível registrar boletins de ocorrência e solicitar medidas protetivas de urgência, que podem obrigar o agressor a se afastar do lar ou proibi-lo de ter contato com a mulher e seus familiares.

Outro pilar importante são os Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CRAMs). Eles oferecem um suporte multidisciplinar, com assistentes sociais, psicólogos e advogados. O objetivo é fornecer um acompanhamento integral que ajude a mulher a superar os traumas e a garantir seus direitos legais.

Acolhimento e proteção

Para casos de risco iminente, as Casas-Abrigo são um recurso vital. Elas oferecem moradia temporária e protegida para mulheres e seus filhos menores, garantindo que fiquem em um local sigiloso e seguro enquanto se reestruturam. O acesso a essas casas é feito por meio dos serviços da rede, como os CRAMs, após uma avaliação da gravidade da situação.

Além das estruturas governamentais, diversas organizações não governamentais (ONGs) atuam na linha de frente do combate à violência de gênero. Elas promovem grupos de apoio, capacitação profissional e assistência jurídica, complementando o trabalho do poder público e ampliando o alcance da ajuda disponível.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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