Cuidado com o golpe do Pix! Conheça as 5 fraudes mais comuns
Criminosos estão sempre criando novas formas de enganar as vítimas; veja quais são os golpes mais recentes e aprenda a se proteger de verdade
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A popularização do Pix como principal meio de pagamento no Brasil atraiu também a atenção de criminosos, que desenvolvem novos golpes todos os dias para enganar usuários. Com a recente intensificação da fiscalização da Receita Federal sobre as transações, é fundamental redobrar os cuidados para não cair em fraudes que podem causar grandes prejuízos financeiros.
Os esquemas fraudulentos exploram principalmente a engenharia social, uma técnica que manipula a vítima para que ela mesma realize a transferência ou forneça dados sensíveis. Os golpistas se aproveitam de sentimentos como urgência, solidariedade ou a oportunidade de um ganho fácil para induzir ao erro. Conhecer as abordagens mais comuns é o primeiro passo para se proteger.
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Os métodos utilizados pelos fraudadores se adaptam rapidamente, mas alguns formatos se tornaram mais frequentes. Estar ciente de como eles funcionam ajuda a identificar uma tentativa de golpe antes que seja tarde demais. Veja abaixo as cinco fraudes mais aplicadas atualmente.
Parente ou amigo pedindo ajuda
Neste golpe, o criminoso clona ou cria um perfil falso de WhatsApp com a foto de um parente ou amigo da vítima. Em seguida, envia uma mensagem pedindo uma transferência urgente via Pix, alegando alguma emergência, como um problema com o aplicativo do banco ou um acidente. A abordagem apela para o lado emocional e a urgência impede que a pessoa cheque a veracidade da história. Para se proteger, sempre ligue para a pessoa que está pedindo o dinheiro para confirmar a identidade dela antes de fazer qualquer transação.Central de atendimento falsa
A vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O golpista afirma que a conta foi invadida ou que há uma transação suspeita e, para resolver o problema, instrui a pessoa a realizar um “pagamento de teste” ou a instalar um aplicativo de acesso remoto. Lembre-se que bancos nunca pedem para realizar transferências, fornecer senhas ou instalar programas no seu celular. Desligue a chamada e entre em contato com seu banco pelos canais oficiais.O "bug" do Pix
Divulgado em redes sociais, este golpe promete dinheiro fácil. A promessa é que, ao transferir um valor para uma chave específica, um suposto "bug" no sistema devolverá o dobro ou o triplo do montante. Obviamente, o dinheiro enviado vai direto para a conta do criminoso e nunca retorna. Desconfie de qualquer promessa de ganho fácil e rápido. O Pix é um sistema de pagamentos, não de investimentos.QR Code falso
Fraudadores adulteram códigos QR em lives de arrecadação, sites de comércio eletrônico ou até mesmo em estabelecimentos físicos. Ao escanear o código com a câmera do celular para fazer um pagamento, a vítima é direcionada para a conta do golpista sem perceber. Antes de confirmar a transação, sempre verifique com atenção o nome e os dados do destinatário que aparecem na tela de confirmação do seu aplicativo bancário.Comprovante de Pix agendado ou falso
Este golpe é mais comum contra vendedores e prestadores de serviço. O cliente simula a compra de um produto, envia um comprovante de transferência falso ou um comprovante de agendamento de Pix e retira a mercadoria. O vendedor só percebe que não recebeu o dinheiro horas ou dias depois. Para evitar cair nessa armadilha, sempre confirme se o valor caiu na sua conta antes de liberar o produto ou serviço.
O que fazer se você caiu em um golpe?
Se, apesar de todos os cuidados, você se tornar vítima de uma fraude, é crucial agir rapidamente. O primeiro passo é entrar em contato com o seu banco imediatamente para relatar o ocorrido e solicitar o bloqueio da transação através do Mecanismo Especial de Devolução (MED). Em seguida, registre um Boletim de Ocorrência (B.O.) online ou em uma delegacia. Guarde todos os comprovantes e registros da comunicação com o golpista, pois eles serão importantes para a investigação.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.