Vakinha online: 5 dicas para não cair em golpes de falsas campanhas
A solidariedade na internet é grande, mas os golpistas também estão de olho; saiba como identificar campanhas fraudulentas e doar com segurança
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A solidariedade dos brasileiros encontra um caminho poderoso nas vakinhas online, mas o aumento de golpes digitais exige atenção redobrada. Criminosos se aproveitam da boa-fé para criar campanhas falsas, utilizando até mesmo inteligência artificial para gerar vídeos e áudios fraudulentos (deepfakes) que tornam os apelos mais convincentes. Diferenciar um pedido verdadeiro de uma fraude tornou-se essencial para garantir que sua ajuda chegue a quem realmente precisa.
Como se proteger de golpes em vakinhas online
Para doar com tranquilidade e evitar que seu dinheiro caia em mãos erradas, confira cinco pontos cruciais antes de participar de uma campanha de arrecadação:
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Pesquise a história por trás do pedido: antes de doar, faça uma busca rápida na internet. Procure pelo nome da pessoa ou da causa em portais de notícias e redes sociais. Verifique se a história é consistente e se há outras fontes confirmando a veracidade do caso. A ausência de qualquer registro online é um forte sinal de alerta.
Verifique a transparência da campanha: campanhas legítimas costumam oferecer detalhes claros sobre o objetivo da arrecadação, como o dinheiro será usado e atualizações sobre o andamento. Desconfie de textos vagos, que não apresentam documentos comprobatórios, como laudos médicos ou orçamentos, e que não mostram o progresso da meta financeira.
Use plataformas de doação conhecidas: dê preferência a sites de financiamento coletivo consolidados, como Vakinha, Catarse ou Apoia.se. Essas plataformas geralmente possuem mecanismos de segurança e verificação para coibir fraudes. Evite fazer doações por meio de links desconhecidos ou transferências diretas via Pix para chaves aleatórias compartilhadas em redes sociais sem uma checagem rigorosa.
Fique atento aos sinais de urgência exagerada: golpistas frequentemente usam uma linguagem que pressiona a doação imediata, criando um senso de urgência artificial. Mensagens que apelam excessivamente para o lado emocional, potencializadas por vídeos ou áudios falsos, sem fornecer informações concretas ou que criticam quem faz perguntas, são suspeitas.
Confirme os dados do beneficiário: se a campanha informa que o dinheiro vai para uma pessoa específica, verifique se os dados para a transferência (nome completo e CPF na chave Pix, por exemplo) correspondem aos do beneficiário ou de um familiar próximo. Se a conta de destino pertence a um terceiro sem relação aparente com a causa, redobre o cuidado.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.