Economia

PGBL ou VGBL: qual previdência privada escolher como autônomo

Além do INSS, existem outras formas de garantir uma aposentadoria tranquila; conheça os tipos de planos e veja qual se encaixa melhor no seu perfil

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Garantir uma aposentadoria tranquila é um desafio para trabalhadores autônomos. Como a contribuição ao INSS para o Microempreendedor Individual (MEI) geralmente se baseia no salário mínimo, o benefício futuro pode ser limitado. Por isso, a previdência privada surge como uma excelente ferramenta complementar para quem busca mais segurança financeira no futuro.

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Esses planos funcionam como um investimento de longo prazo. Você contribui com um valor mensal e, ao longo dos anos, o dinheiro rende. No futuro, é possível resgatar o montante de uma só vez ou transformá-lo em uma renda mensal vitalícia. Conhecer os tipos disponíveis é o primeiro passo para fazer uma escolha inteligente.

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Entenda as opções de previdência privada

A decisão sobre o plano ideal depende principalmente da sua forma de declarar o Imposto de Renda. As duas modalidades mais comuns são o PGBL e o VGBL. Entenda a diferença entre elas:

PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)

Este plano é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. A grande vantagem é que você pode abater as contribuições feitas ao plano da sua base de cálculo do imposto, com um limite de até 12% da sua renda bruta anual. Na prática, isso permite pagar menos imposto a cada ano. Contudo, no momento do resgate, o imposto incidirá sobre o valor total acumulado, ou seja, sobre o que você depositou mais os rendimentos.

VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

O VGBL é a melhor opção para trabalhadores autônomos que fazem a declaração simplificada do Imposto de Renda ou que são isentos. Nele, não há o benefício fiscal de dedução das contribuições anuais. A vantagem aparece no momento do resgate: o imposto incide apenas sobre os rendimentos obtidos, e não sobre o valor total que você investiu.

Como escolher o regime de tributação?

Além de escolher entre PGBL e VGBL, é fundamental definir o regime de tributação: progressivo ou regressivo. Na tabela progressiva, as alíquotas seguem a mesma lógica do Imposto de Renda sobre salários, sendo mais vantajosa para quem planeja resgates menores. Já na tabela regressiva, a alíquota diminui com o tempo, começando em 35% e podendo chegar a 10% para investimentos mantidos por mais de 10 anos, ideal para objetivos de longo prazo. Com a nova lei (14.803/2024), agora é possível mudar do regime progressivo para o regressivo durante a fase de acumulação, oferecendo mais flexibilidade.

Previdência empresarial para MEI e CNPJ

Profissionais com CNPJ, incluindo o MEI, podem contratar planos de previdência (PGBL ou VGBL) na modalidade empresarial. Esta não é um tipo diferente de previdência, mas uma forma de contratação coletiva que frequentemente oferece vantagens, como taxas de administração mais baixas. Isso pode aumentar a rentabilidade do seu investimento no longo prazo.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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