O que a ciência diz sobre a longevidade? 5 hábitos comprovados
O caso do homem mais velho do mundo inspira; descubra o que estudos científicos apontam como fatores essenciais para uma vida longa e com mais saúde
compartilhe
SIGA
A história do brasileiro João Marinho Neto, reconhecido aos 112 anos como o homem mais velho do mundo, desperta uma curiosidade universal: qual é o segredo para uma vida tão longa? Morador de Apuiarés, no Ceará, sua rotina simples, ligada ao campo desde a infância, inspira e levanta questões sobre os fatores que realmente contribuem para a longevidade.
Embora casos individuais como o de João sejam fascinantes, a ciência já mapeou comportamentos e fatores que, de forma consistente, aumentam as chances de viver mais e com mais saúde. Não se trata de uma fórmula mágica, mas de hábitos comprovados que podem ser adotados por qualquer pessoa.
Leia Mais
Envelhecimento ativo: 4 pilares essenciais para o bom envelhecimento
Três idades do envelhecer: quando a vida muda de ritmo dentro de nós
Longevidade feminina: como conquistar um envelhecimento ativo e saudável
5 hábitos para uma vida mais longa, segundo a ciência
Dieta com base em vegetais: estudos mostram que uma alimentação rica em frutas, verduras, grãos integrais e leguminosas está diretamente ligada à longevidade. Esses alimentos são fontes de antioxidantes e fibras, que combatem a inflamação e reduzem o risco de doenças crônicas, como problemas cardíacos e diabetes tipo 2. A ideia não é eliminar a carne, mas torná-la um coadjuvante no prato.
Movimento diário e natural: a prática de atividade física não precisa se resumir a academias. Incorporar movimento ao dia a dia, como caminhar, cuidar do jardim ou optar por escadas, é fundamental. O exercício regular e moderado melhora a circulação sanguínea, fortalece o coração e os ossos, além de manter a mente ativa e reduzir os níveis de estresse.
Conexões sociais fortes: manter laços com amigos, família e a comunidade é um dos pilares da longevidade. O sentimento de pertencimento e o apoio social ajudam a combater a solidão e a depressão, fatores que podem ter um impacto negativo na saúde física. Interações sociais de qualidade fortalecem o sistema imunológico e o bem-estar geral.
Ter um propósito de vida: encontrar um motivo para acordar todas as manhãs, seja um trabalho, um hobby, o cuidado com a família ou o voluntariado, contribui significativamente para uma vida mais longa. Esse senso de propósito, conhecido em algumas culturas como "ikigai", está associado a menores níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e a uma melhor saúde mental.
Priorizar o sono de qualidade: dormir bem é tão importante quanto comer e se exercitar. Durante o sono, o corpo realiza processos vitais de reparo celular e consolidação da memória. A privação crônica de sono está ligada a um maior risco de obesidade, doenças cardíacas e enfraquecimento do sistema de defesa do organismo.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.