Ciência

Contato com ETs em 2026? O que a ciência real busca no espaço

Enquanto previsões de Baba Vanga apontam para primeiro contato com ET's, cientistas avançam na busca por entender o universo; conheça projetos como o James Webb e o que eles procuram

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Enquanto previsões sobre um contato com extraterrestres em 2026, atribuídas à vidente Baba Vanga, geram debates nas redes sociais, a ciência segue um caminho bem mais concreto e metódico na busca por vida fora da Terra. Hoje, a exploração espacial não espera por uma visita, mas investiga ativamente planetas distantes com tecnologias avançadas, como o Telescópio Espacial James Webb.

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Essa busca não se parece com os filmes de ficção científica. Cientistas não procuram por naves ou "homenzinhos verdes", mas por algo muito mais sutil: bioassinaturas. Trata-se de indícios químicos na atmosfera de exoplanetas — os planetas que orbitam outras estrelas — que poderiam ser produzidos por organismos vivos.

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A presença de gases como oxigênio, metano e dióxido de carbono em uma combinação específica, por exemplo, pode sugerir a existência de processos biológicos, como a fotossíntese ou a respiração. Encontrar essas moléculas é o verdadeiro "contato" que a astronomia moderna almeja.

As ferramentas da busca por vida

O principal instrumento nessa caçada cósmica é o Telescópio Espacial James Webb. Lançado no final de 2021, ele consegue analisar a luz de uma estrela que atravessa a atmosfera de um exoplaneta. Essa análise revela quais elementos químicos estão presentes ali, funcionando como uma espécie de exame de DNA atmosférico a trilhões de quilômetros de distância.

Outros projetos, como os programas de busca por inteligência extraterrestre (SETI), usam radiotelescópios para "escutar" o universo, tentando captar sinais de rádio que possam ter sido enviados por uma civilização tecnológica. Até o momento, nenhum sinal artificial foi confirmado.

A detecção de uma bioassinatura não seria uma prova definitiva de vida. Processos geológicos ou químicos não biológicos também podem produzir alguns desses gases. Por isso, os astrônomos buscam um conjunto de evidências que, juntas, apontem para uma origem biológica como a explicação mais provável.

Mesmo que a confirmação venha, é quase certo que a primeira vida encontrada será microbiana, e não uma civilização avançada pronta para um diálogo. A busca, portanto, é menos sobre esperar um contato e mais sobre uma investigação paciente e detalhada das condições que podem sustentar vida em outros mundos.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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