Economia

Imposto de Renda 2026: Prepare-se e evite 5 erros comuns que podem levar à malha fina

De omitir rendimentos a errar dados de dependentes; conheça as falhas mais frequentes e saiba como se prevenir para o prazo que se aproxima

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A temporada de declaração do Imposto de Renda 2026 se aproxima, trazendo consigo a preocupação de milhões de brasileiros em se preparar para preencher tudo corretamente e evitar a malha fina. Embora a Receita Federal ainda não tenha divulgado o calendário oficial, a expectativa é que o prazo comece em meados de março, seguindo o padrão dos anos anteriores. Pequenos descuidos ou a falta de informação podem levar a inconsistências que resultam em multas e dores de cabeça.

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Entender quais são os pontos que mais geram pendências é o primeiro passo para garantir uma declaração tranquila. A fiscalização eletrônica está cada vez mais eficiente, cruzando dados de bancos, empresas, cartórios e outras instituições financeiras. Por isso, a atenção aos detalhes é fundamental.

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Para ajudar nessa tarefa, listamos os cinco erros mais comuns que podem levar um contribuinte à malha fina. Conhecê-los é a melhor forma de se prevenir.

  1. Omitir rendimentos
    Um dos deslizes mais frequentes é não informar todas as fontes de renda. Isso inclui salários de diferentes empregos, aluguéis, pensões, lucros com investimentos e até valores recebidos via Pix que configurem renda, como os de prestação de serviços. A Receita Federal cruza informações com bancos e empresas, identificando facilmente qualquer valor não declarado.

  2. Informar despesas médicas incorretas
    Gastos com saúde podem gerar uma dedução significativa, mas é preciso ter cuidado. Lançar despesas sem comprovação, informar valores diferentes dos recibos ou incluir gastos não dedutíveis, como remédios comprados na farmácia, são erros comuns. É obrigatório ter os recibos e notas fiscais com o CPF ou CNPJ do profissional ou da clínica.

  3. Errar dados de dependentes
    Informações incorretas sobre dependentes são uma causa recorrente de problemas. É obrigatório informar o CPF de todos os dependentes, independentemente da idade. Outro ponto de atenção é não declarar os rendimentos que o dependente possa ter recebido. Além disso, declarar o mesmo dependente em duas declarações distintas, como no caso de pais separados, também é uma falha comum.

  4. Esquecer de declarar bens e saldos bancários
    A compra ou venda de um carro ou imóvel no ano anterior precisa constar na declaração. Da mesma forma, saldos em contas correntes ou poupanças acima de R$ 140 em 31 de dezembro também devem ser informados. A Receita tem acesso a esses dados por meio de convênios com o Detran e as instituições financeiras.

  5. Confundir PGBL com VGBL
    Quem possui plano de previdência privada precisa saber a diferença. O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite abater as contribuições da base de cálculo do imposto, até o limite de 12% da renda bruta. Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não é dedutível. Informar um VGBL como se fosse PGBL para forçar uma dedução é um erro grave e facilmente detectado.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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