Golpe do PIS/PASEP: 5 dicas para não cair em fraudes e proteger seu R$
Criminosos se aproveitam do pagamento do abono para roubar dados; aprenda a identificar links falsos e mensagens suspeitas para garantir seu benefício
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Com a proximidade do pagamento do abono salarial PIS/PASEP, que deve beneficiar cerca de 26,9 milhões de trabalhadores com valores de até R$ 1.621, criminosos intensificam a aplicação de golpes para roubar dados e dinheiro. As consultas oficiais sobre o direito ao benefício estarão disponíveis a partir de 5 de fevereiro de 2026, mas fraudes já circulam por meio de mensagens de texto, WhatsApp e e-mails com links falsos que prometem facilitar o acesso ou antecipar o recebimento do abono, que será pago de fevereiro a agosto.
Os golpistas criam páginas na internet que imitam a aparência de sites oficiais do governo ou de bancos. Ao clicar nos links maliciosos, a vítima é incentivada a preencher formulários com informações pessoais, como CPF, número do PIS/PASEP, senhas de aplicativos e até dados bancários. Com essas informações em mãos, os fraudadores podem solicitar empréstimos, fazer compras e acessar contas.
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Outra tática comum é a promessa de valores maiores do que o previsto ou a cobrança de uma taxa para liberar o dinheiro. É fundamental lembrar que o acesso ao abono salarial é gratuito e não exige qualquer tipo de pagamento prévio. Para não se tornar uma vítima, a atenção a detalhes e o uso exclusivo dos canais oficiais são os caminhos mais seguros.
5 dicas para evitar o golpe do PIS/PASEP
Use apenas os canais oficiais: toda consulta sobre valores, datas e direito ao benefício deve ser feita exclusivamente por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital, do portal Gov.br ou pelos aplicativos da Caixa Econômica Federal (Caixa Trabalhador) e do Banco do Brasil. Nunca utilize sites de busca para encontrar o portal de consulta.
Não clique em links suspeitos: o governo não envia links por e-mail, SMS ou WhatsApp para informar sobre o abono salarial. Desconfie de qualquer mensagem que peça para você clicar em um endereço eletrônico, mesmo que a aparência seja profissional. Na dúvida, apague a mensagem e não compartilhe.
Jamais forneça seus dados pessoais: órgãos oficiais nunca pedem senhas, códigos de segurança, número de cartão de crédito ou outras informações sensíveis por telefone ou mensagem. Se receber um contato do tipo, encerre a comunicação imediatamente, pois se trata de uma tentativa de golpe.
Desconfie de promessas vantajosas: ignore qualquer oferta que prometa antecipar o pagamento do seu abono ou que ofereça um valor extra. O calendário e os valores são definidos pelo governo federal e não podem ser alterados por terceiros. Essas são iscas clássicas para atrair vítimas.
Verifique o remetente da comunicação: antes de abrir qualquer e-mail, confira o endereço do remetente. Comunicações oficiais do governo brasileiro sempre utilizam o domínio “.gov.br”. Mensagens com endereços de e-mail genéricos (como Gmail ou Hotmail) ou com erros de português são fortes indícios de fraude.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.