Caso Eliza Samudio: relembre a cronologia completa do crime
Caso volta aos holofotes com a descoberta de passaporte em Portugal, quase 16 anos após o crime; recorde os principais acontecimentos
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O caso Eliza Samudio, um dos crimes de maior repercussão no Brasil, voltou aos holofotes em janeiro de 2026. A descoberta do passaporte da modelo, encontrado no final de 2025 em Portugal e entregue ao consulado brasileiro em Lisboa, reacendeu o interesse público sobre a complexa trama quase 16 anos após seu assassinato, que resultou na condenação do ex-goleiro Bruno Fernandes.
O desaparecimento e a morte de Eliza, em 2010, chocaram o país pela brutalidade dos detalhes e pelo envolvimento de uma figura pública do esporte. A investigação expôs uma rede de cumplicidade que culminou em um dos julgamentos mais acompanhados da história judicial brasileira. Para entender a sequência de eventos, é essencial revisitar os principais pontos do caso.
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Relembre a cronologia do crime
O início da relação: A modelo conheceu o goleiro Bruno Fernandes, então no auge de sua carreira no Flamengo, durante um evento em 2009. Após um breve relacionamento, Eliza anunciou que estava grávida do jogador, que não reconheceu a paternidade. Em fevereiro de 2010, nasceu Bruninho, filho do casal. A partir daí, iniciou-se um período de conflitos e ameaças.
O desaparecimento: Em 4 de junho de 2010, Eliza Samudio saiu do Rio de Janeiro e foi para um sítio de Bruno em Esmeraldas, Minas Gerais, com a promessa de que o jogador assumiria a paternidade. Ela estava acompanhada de seu filho, Bruninho. Desde então, nunca mais foi vista.
A investigação e as prisões: Após a denúncia do desaparecimento, a polícia iniciou as investigações. Dias depois, o bebê Bruninho foi encontrado em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. O depoimento de um primo do goleiro foi decisivo para desvendar o crime, e em julho de 2010, Bruno, seu amigo Luiz Henrique Romão (conhecido como Macarrão) e outros envolvidos foram presos.
Detalhes da execução: Depoimentos durante o processo revelaram que Eliza foi mantida em cativeiro, estrangulada e seu corpo foi esquartejado. Partes teriam sido concretadas e outras dadas a cães, em uma tentativa de eliminar qualquer vestígio. O corpo da modelo nunca foi encontrado.
O julgamento e a condenação: Em março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. Macarrão também foi condenado por participação no crime.
Progressão de pena e liberdade: Após cumprir parte da pena em regime fechado, Bruno obteve progressão para o semiaberto em 2019. Em janeiro de 2023, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu a ele liberdade condicional.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.