NÃO SEJA ENGANADO

Deepfake: faça o teste e veja se você seria enganado por um vídeo falso

Apenas 29% dos brasileiros sabem diferenciar vídeos manipulados por IA; confira os sinais mais comuns e teste sua percepção sobre o tema

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Você sabe distinguir um vídeo ultrarrealista criado por inteligência artificial (IA) de um vídeo real? No Brasil, cerca de metade dos usuários da internet acredita que sim, mas um novo levantamento mostra que essa confiança não se confirma na prática.

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Uma pesquisa da empresa de verificação de identidade digital Veriff, em parceria com a Kantar, revela que a capacidade média de identificação de conteúdos manipulados no país está próxima do acaso. Apenas 29% dos entrevistados conseguiram identificar corretamente um vídeo falso.

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Realizado em fevereiro de 2026 com mil brasileiros, o estudo também aponta que:

  • 67% dos brasileiros conhecem o termo “deepfake”;

  • 80% já se depararam com deepfakes on-line;

  • 35% dos entrevistados reconheceram um vídeo autêntico;

  • 87% demonstram preocupação com fraudes e golpes de identidade.

Segundo Andrea Rozenberg, diretora de mercados emergentes da Veriff, a diferença entre confiança e acerto chama atenção no Brasil. “Cerca de metade das pessoas acredita que consegue identificar deepfakes, mas, na prática, essa confiança não se traduz em melhores resultados”, explica.

Rozenberg destaca que 34% dos entrevistados afirmam recorrer à “intuição” para avaliar a autenticidade de um conteúdo, o que considera arriscado diante da exposição a fake news, desinformação e golpes.

Sinais de alerta

O estudo aponta que os critérios usados pelos brasileiros para identificar fraudes são visuais e pouco sofisticados. Os sinais mais citados incluem pele com aparência artificial (64%) e movimentos ou expressões estranhas em vídeos (63%).

Detalhes inconsistentes em cabelo, dentes e olhos (57%) também são observados. Outros fatores mencionados são cenários incoerentes (50%) e iluminação ou sombras pouco naturais (49%).

Clique aqui e descubra se consegue distinguir um vídeo autêntico de um deepfake altamente realista.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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