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Influenciadores de finanças batem 310 milhões de seguidores

Estudo revela alta de 300% na audiência em cinco anos; produção de conteúdo triplicou e especialização das redes sociais impulsiona o setor

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A audiência de influenciadores de finanças no Brasil cresceu mais de 300% em pouco mais de cinco anos. O número de seguidores saltou de 74 milhões para 310,7 milhões, segundo dados do estudo FInfluence 10.

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O levantamento, desenvolvido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (Ibpad), aponta que o crescimento do setor é sustentado pela consistência na produção de conteúdo, e não por picos isolados de viralização. O número de influenciadores financeiros chegou a 904 no segundo semestre de 2025, um avanço de 12,6%.

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Para Amanda Brum, CMO da Anbima, os dados indicam uma mudança na organização da influência financeira nas redes. Ela afirma que o mercado cresce de forma mais distribuída e que a entrada de novos perfis amplia o alcance do tema para públicos diferentes.

Brum destaca que o engajamento crescente reforça o interesse elevado do público. Mesmo com mais criadores, o avanço das interações sugere que a audiência continua interessada em discussões sobre investimentos e que o ecossistema ainda tem espaço para crescer.

Produção avança e plataformas se especializam

O aumento da audiência foi acompanhado por uma expansão na produção de conteúdo. No segundo semestre de 2025, os influenciadores publicaram 468 mil posts, quase o triplo do volume de 2020, quando foram mapeados cerca de 160 mil.

O volume de interações se aproximou de 1,3 bilhão no semestre, mostrando que a base de seguidores se mantém ativa. Essa dinâmica está associada à especialização das redes sociais, com Instagram e YouTube ampliando sua participação enquanto X e Facebook perderam espaço.

O Instagram se consolidou como o principal canal de distribuição, com maior frequência de posts e engajamento. A média de interações por publicação na plataforma avançou 27,4%. O YouTube reforçou sua posição como um ambiente de aprofundamento, concentrando conteúdos mais longos e didáticos.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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