FATO OU FAKE?

5 dicas para fugir das fake news e deepfakes

Em um mundo de desinformação, saber diferenciar o jornalismo profissional é essencial; aprenda a checar fontes, analisar imagens e desconfiar de títulos

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O avanço da tecnologia possibilitou um volume intenso de informações que circulam diariamente. Essa quantidade de notícias se espalhando, vindo de todos os lugares, podem causas dúvidas do que é real ou não, e aprender a diferenciar o que é um fato apurado do que é desinformação se tornou uma necessário para todos.

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Algumas técnicas simples ajudam a identificar conteúdos falsos ou enganosos. Com um pouco de atenção, é possível evitar a propagação de boatos e se manter informado com segurança e qualidade, e adotar uma postura mais crítica antes de compartilhar qualquer link é o primeiro passo.

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Confira cinco dicas práticas para não cair em fake news e consumir notícias de forma mais segura:

  1. Desconfie de títulos muito chamativos
    Manchetes que usam palavras de forte apelo emocional, letras maiúsculas em excesso ou prometem revelações chocantes são um grande sinal de alerta. O objetivo desses títulos costuma ser apenas gerar cliques e reações imediatas, sem o compromisso de informar corretamente.

  2. Verifique quem publicou a notícia
    Sempre olhe a fonte da informação. O site é conhecido e tem credibilidade? Notícias importantes são geralmente publicadas por vários veículos de comunicação confiáveis. Em caso de dúvida, consulte agências de checagem brasileiras, como Comprova, Aos Fatos, Lupa ou Fato ou Fake. Desconfie de endereços de internet estranhos ou que tentam imitar portais de notícias conhecidos com pequenas alterações no nome.

  3. Leia o texto completo, não apenas a manchete
    Muitas vezes, o conteúdo de uma matéria não corresponde ao que o título sugere. Grupos de desinformação contam com o fato de que muitas pessoas compartilham links sem ler a reportagem inteira. Ao ler o texto completo, você pode perceber inconsistências ou que a informação não é tão verídica quanto parecia.

  4. Observe a qualidade do texto
    Erros grosseiros de português, de digitação ou de formatação são incomuns em veículos jornalísticos sérios. Se o texto parece mal escrito, com frases confusas e sem data de publicação clara, é provável que não seja confiável. A qualidade da apuração costuma se refletir na qualidade da escrita.

  5. Cheque a origem de fotos e vídeos
    Imagens podem ser facilmente tiradas de contexto. Uma foto antiga pode ser usada para ilustrar um acontecimento atual, causando confusão. Ferramentas como o Google Imagens ou o TinEye permitem fazer uma busca reversa para verificar onde aquela foto ou vídeo apareceu pela primeira vez, ajudando a desmentir boatos visuais.

Adotar esses hábitos cria um filtro contra a desinformação. Lembre-se: na dúvida, não compartilhe. A responsabilidade de combater as fake news é de todos.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria

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