Entorno de Flávio Bolsonaro fala em ‘freio de arrumação’ no Congresso após 2º turno
Estratégia da direita ao tentar congelar as votações até que seja conhecido o resultado das eleições é evitar sair do foco e acabar entrando em desgastes e embates com a base governista
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Nas reuniões reservadas desta semana, após o primeiro turno, aliados de Flávio Bolsonaro defenderam que o foco precisa ser “sacramentar a vitória” contra Lula. E só.
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Por isso, até 25 de outubro, data do segundo turno, a direita diz que fará o possível para segurar as votações no Congresso.
“Depois do segundo turno, haverá um freio de arrumação. Votar qualquer coisa agora é fazer uma avaliação precipitada do cenário. Deixa tudo para depois, deixa passar a eleição, aí a gente toma fôlego e vê, com serenidade, o que é mais importante”, disse, sob reserva, um dos coordenadores dessas conversas da bancada da direita.
A estratégia de deixar as decisões para depois inclui o projeto que prevê o fim da escala 6×1, cuja discussão em plenário já avançou, e a proposta que libera os jogos de azar, por exemplo, que está pronta para ser apreciada em definitivo no Senado.
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“Com um novo governo, as prioridades e os ventos poderão mudar”, argumentou um senador reeleito do PL.